sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Tá sujinho do carnaval?
Brincou? Bebeu? Misturou-se às multidões? Foi bom? Legal! Mas não precisa ficar sujinho assim! Todos esses deliciosos excessos do carnaval deixam cansaço no corpo, marcas no estômago, ressaca e negatividades na aura. Lembra? Somos compostos de um corpo físico, um emocional e um espiritual. Os três precisam de cuidados. Estou aqui para ensinar a cuidar do corpo espiritual, nossa base energética que se manifesta pela aura. Portanto, na quarta-feira de cinzas dedique alguns momentos para restaurá-la. É fácil. Todas as transgressões (mais simples...) dos dias de folia vão embora com um bom banho de chuveiro e alguns aditivos. Vamos lá.
Compre sal grosso, cravo da índia e canela em pau. O sal grosso (uma colher de sopa) deve ser adicionado a um litro de água morna, numa caneca. Tome seu banho, normalmente e, no final, jogue a água com sal grosso pelo corpo, do pescoço para baixo. Com as mãos, ajude a mistura a escorrer do corpo, sempre de cima para as extremidades como se estivesse jogando fora o que está pesando na aura. Em seguida, enxague com a água corrente. Já a canela e o cravo da índia servem para fazer um chá. Ferva um litro de água, adicione um punhado de cravo e uns três pedacinhos da canela em pau (já quebrada) e deixe descansar por dez minutos. Coe e coloque o chá num balde com água fria para temperar a água. Depois do banho de sal grosso despeje o conteúdo do balde, agora molhando a cabeça. Não enxágue. Deixe secar um pouco no corpo, antes de enxugá-lo. Tem um cheirinho delicioso! Agora trate de repousar e recuperar as energias para voltar à rotina! Você já está totalmente limpo. Simples assim!
Bem, lembrem-se do mais importante, o livre arbítrio. Não posso me responsabilizar por excessos. Esses ficam por conta de cada um...
Divirtam-se!
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Sob as ondas
De dentro da mais terrível insegurança, embolada na onda mais encaixotada que já enfrentei, com água em volta de todo o meu corpo, tento me salvar. Esta não é a água salgada que embala meu surfar e refresca meu corpo no verão, mas uma torrente poderosa que me afoga aos poucos, ardendo meu nariz, garganta e pulmões.
Na minha cabeça surgem os mais conflitantes pensamentos. O que estou fazendo aqui? Quem disse que queria pegar esta onda? Quem me fez acreditar que poderia me equilibrar nesta crista instável e traiçoeira? Percebo na própria pele que não conheço, na prática, os princípios teóricos que tanto repeti mentalmente durante o aprendizado: “Eu sou a água e a água sou eu. Basta embalar o corpo em seu movimento e passamos a ser uma coisa só. Tudo que você quiser ela obedecerá e tudo que ela comandar você realizará”.
Agora não estou vivendo isso. Vejo-me derrubada, derrotada pela força da água. Estou me afogando e isto me dá pânico. Em que falhei? Foram inúmeros anos de certezas, segurança e pretensa fé. Que faço com tudo isso? Como proceder quando nossas teorias falham, na hora h? Não poderia ter caído da prancha! Eu sabia tudo sobre como me comportar em cima de uma onda... Tenho que decidir o que fazer em poucos segundos, não me resta mais tempo, meu fôlego está acabando. Descubro que não há regras para o momento que estou vivendo. Do fundo do meu pânico admito minha ignorância. Não sei nada. Minha prepotência teórica está me afogando. Talvez se puder esquecê-la, sofra menos. Quem sabe se me entregar a esta vivência, sem resistir, aprenda alguma coisa? Minhas forças estão se esvaindo. A única verdade que conheço agora é que se abrir a boca, morro. Vou mantê-la fechada, a praia pode estar por perto.
Assumo o comando do presente. Nada mais importa. Esta experiência se torna minha única salvação e me agarro a ela. Só penso nela. Dane-se tudo que aprendi, ou acreditei! Só existe uma verdade, a que vivo agora. Ela é a minha força. Decido por viver.
Começo a sentir a areia arranhando minhas pernas. Isso é real. Largo mais ainda meu corpo e me entrego. Aos poucos, a areia me cobre e preciso me defender dela. Não me lembro mais da água, agora o desafio vem da terra. Embolo-me nessa lama telúrica, me sinto densa, pesada. Vou sendo arrastada e nada mais posso fazer. A gravidade me deixa no fundo e, simultaneamente, sinto o ar em minha cabeça que se esforça para ficar fora d’água. Estou no raso, não preciso fazer mais nada.
Largada na beira do mar, sem resistências, toda suja de areia, percebo que sobrevivi. De nada me adiantaram os conhecimentos de como me equilibrar nas ondas. Em compensação, agora, sei tudo sobre me afogar... Pensava que era a água que iria me guiar no caminho da entrega e, no entanto, foi a areia que me ensinou o exercício da aceitação. Ganhei mais uma chance da vida. Teorias? Agora não.
Na minha cabeça surgem os mais conflitantes pensamentos. O que estou fazendo aqui? Quem disse que queria pegar esta onda? Quem me fez acreditar que poderia me equilibrar nesta crista instável e traiçoeira? Percebo na própria pele que não conheço, na prática, os princípios teóricos que tanto repeti mentalmente durante o aprendizado: “Eu sou a água e a água sou eu. Basta embalar o corpo em seu movimento e passamos a ser uma coisa só. Tudo que você quiser ela obedecerá e tudo que ela comandar você realizará”.
Agora não estou vivendo isso. Vejo-me derrubada, derrotada pela força da água. Estou me afogando e isto me dá pânico. Em que falhei? Foram inúmeros anos de certezas, segurança e pretensa fé. Que faço com tudo isso? Como proceder quando nossas teorias falham, na hora h? Não poderia ter caído da prancha! Eu sabia tudo sobre como me comportar em cima de uma onda... Tenho que decidir o que fazer em poucos segundos, não me resta mais tempo, meu fôlego está acabando. Descubro que não há regras para o momento que estou vivendo. Do fundo do meu pânico admito minha ignorância. Não sei nada. Minha prepotência teórica está me afogando. Talvez se puder esquecê-la, sofra menos. Quem sabe se me entregar a esta vivência, sem resistir, aprenda alguma coisa? Minhas forças estão se esvaindo. A única verdade que conheço agora é que se abrir a boca, morro. Vou mantê-la fechada, a praia pode estar por perto.
Assumo o comando do presente. Nada mais importa. Esta experiência se torna minha única salvação e me agarro a ela. Só penso nela. Dane-se tudo que aprendi, ou acreditei! Só existe uma verdade, a que vivo agora. Ela é a minha força. Decido por viver.
Começo a sentir a areia arranhando minhas pernas. Isso é real. Largo mais ainda meu corpo e me entrego. Aos poucos, a areia me cobre e preciso me defender dela. Não me lembro mais da água, agora o desafio vem da terra. Embolo-me nessa lama telúrica, me sinto densa, pesada. Vou sendo arrastada e nada mais posso fazer. A gravidade me deixa no fundo e, simultaneamente, sinto o ar em minha cabeça que se esforça para ficar fora d’água. Estou no raso, não preciso fazer mais nada.
Largada na beira do mar, sem resistências, toda suja de areia, percebo que sobrevivi. De nada me adiantaram os conhecimentos de como me equilibrar nas ondas. Em compensação, agora, sei tudo sobre me afogar... Pensava que era a água que iria me guiar no caminho da entrega e, no entanto, foi a areia que me ensinou o exercício da aceitação. Ganhei mais uma chance da vida. Teorias? Agora não.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Cristais e flores combinam?
Sim, totalmente. Ambos emitem energias de alta vibração e, além de enfeitar, protegem e limpam os ambientes. Os cristais de quartzo captam, armazenam e transmitem energias. Cada um tem sua propriedade específica e trabalham também para cura física e espiritual.
Chamo os três cristais da foto – quartzo branco, rosa e violeta (ametista) de trio da proteção. São indispensáveis em qualquer ambiente. Por quê? Vamos lá. O quartzo branco é o coringa – serve para qualquer coisa -, protege, limpa e elimina energias negativas. A ametista absorve as más energias e transmuta, transformando-as em positivas. Já o quartzo rosa, acalma, abençoa e chama nossos anjos da guarda. Quem não os quer por perto?
Essa turminha amiga pode estar em cima de uma mesa, ao lado da cama e, até mesmo, dentro da bolsa (mulheres), ou do bolso (homens).
Onde comprá-los? Vou ajudar. Algumas lojas de produtos naturais trabalham com cristais. Mas há, no Rio, depósitos de pedras que são verdadeiras viagens. Um deles é a Legep, na Avenida das Américas. Entre no site http://www.legep.com.br e programe uma visita. Quem gosta de pedras, cuidado para não enlouquecer!
Atenção! Cristal, quanto mais bruto melhor. Menos interferência do homem, mais ação energética. Porém, os polidos também são eficientes. São mais bonitos, pois mostram toda a beleza da pedra. Já os lapidados, verdadeiras joias, concentram a energia de modo especial e individual. Isto quer dizer que seu anel, brinco, pingente vão atuar, principalmente, em você.
Antes de usar um cristal, é preciso limpá-lo. Basta mergulhar as pedras num pote de vidro com um pouco de sal grosso e deixar por vinte e quatro horas, perto de uma janela. A energia do Sol e da Lua deixa-os zerados de outras influências anteriores e prontos para atuar a seu favor.
E as flores? Ah, as flores... São os elementos mais sutis do mundo vegetal e emanam energias específicas e eficientes, através de seus aromas e cores. Quem já não ouviu falar dos florais de cura? Em nossa casa, as flores enfeitam e alegram proporcionando altas vibrações. E o mais bonito é que elas trabalham sem preconceitos. Desde as mais caras e exóticas orquídeas, às mais singelas flores do campo, a generosidade delas é a mesma.
Vou sugerir a escolha das flores pela qualidade energética das cores. É um bom caminho. As vermelhas emanam energia física. Se quiser criar, plasmar escolha as laranjas. Amarelas provocam o espiritual. Para aumentar o poder mental, experimente as azuladas. Rosas para despertar a criança interna. As brancas trazem paz e harmonia. Violetas nos aproximam dos planos espirituais mais elevados e (já sabem!) transmutam a negatividade.
Um segredo: estou compartilhando com vocês minhas preciosidades mais caras. Não sou ninguém sem flores e cristais! Aproveitem.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Fácil x difícil - simples x complicado
Mudar uma situação é SIMPLES, basta uma ação. Serve para qualquer assunto - casamento, trabalho, filhos, família, mãe, pai - em que se queira alterar um padrão.
O DIFÍCIL é praticar a ação, sair da inércia, tomar a atitude e assumir as consequências deste movimento. As situações que se quer mudar, geralmente são COMPLICADAS, conflitantes e trazem sofrimento, mas paradoxalmente é mais FÁCIL se manter nestes padrões do que mudá-los.
Aí entram todos os fatores do comodismo, acomodação, facilidades, manutenção do poder, estabilidade financeira e outros.
Quanto mais praticamos a ação mais nos livramos do carma e mais nos acostumamos à simplicidade em nossas atitudes, mesmo que isso continue sendo difícil de enfrentar e vivenciar.
São as dificuldades que nos levam ao crescimento e à evolução, pois são frutos das ações que movimentam a RODA DA FORTUNA e provocam as mudanças e as transformações dos padrões em nossas vidas.
Mas o conhecimento desse processo e a diferenciação da oposição desses conceitos serve inclusive para nos dar o LIVRE ARBÍTRIO de continuar no FÁCIL X COMPLICADO por diversos motivos. Só que neste momento temos de parar de reclamar do sofrimento e das complicações, pois eles permanecem por nossa escolha. Do mesmo modo, quando optamos pelo SIMPLES X DIFÍCIL temos também que aceitar a dificuldade e o sofrimento acionado por nós.
O importante é entender que o maior fator mantenedor do FÁCIL X COMPLICADO é o medo que nos imobiliza, paralisa e impede a SIMPLES ação libertadora do CARMA.
Portanto ação é AMOR e paralisação é MEDO.
Viver SIMPLES é evoluir, viver FÁCIL é estagnar.
A natureza do CARMA é complicar as coisas simples.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
A carta da vez
Peguei o baralho, tirei uma carta, saiu o Diabo. Adorei! Nada mais apropriado para o momento que estamos vivendo do que o diabo. Ele é o guardião da matéria, agrega átomos, cria formas, estimula o corpo, circula energia, libera a libido. Tem gente que não gosta. Fica com medo quando aparece no jogo... E eu sempre digo: “bobagem, deixa disso, aproveita!” É isso mesmo, devemos desfrutar a turbulência que a carta do Diabo nos traz. Ela nos movimenta e instiga, empurra prá frente, mostra o que não estamos enxergando. O diabo é transparente, não engana, surge com a própria cara e tenta. Existe algo melhor que uma tentação? Sobretudo no verão, corpos à mostra, calor, roupas coloridas, praia, piscina, suor e cerveja. É a vez dele atuar. E você, vai fingir que não está vendo? Acorda, abre os olhos, enxerga, se lança. É a hora da matéria, do tesão e do dinheiro também. Quem sabe aquele empreendimento enfiado no fundo da gaveta precisa perder o mofo? Ou talvez os melhoramentos em seu negócio, as ideias e projetos a mostrar para seu chefe? E aquela viagem de lua de mel com seu amor? Agora é o momento de plasmar, tornar concreto, ir à luta. Mas nada de esperar calmaria, Diabo é ação, diálogo, luta, disputa. Estamos preparados para isso? Claro que não! Queremos tranquilidade, moleza, coisas fáceis. Que chato, heim? Eu não, adoro o Diabo. Já estou me preparando para dar o braço a ele e cair em campo. Escolhi a roupa sexy, sandálias coloridas que mostram minhas unhas pintadas. A bolsa bem grande para caber o filme que vou pegar na loja de vídeo, os chocolates para adoçar minha boca, os cartões de visitas para possíveis negócios (de qualquer ordem) aquele best seller que não está incluído nas despesas do mês. Ah o Diabo... Não faz mal, ele me provê do material e, pasmem, me protege! É isso aí, não disse lá em cima que é o guardião da matéria? É só confiar. Boa sorte!
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
O mundo vai acabar em 2012?
Será que as pessoas ainda não perceberam que o mundo já acabou? E já acabou há algum tempo... Quem não parou ainda para ver que já estamos vivendo uma nova ordem mundial? Quem não olhou para o lado e percorreu as novas tecnologias que invadem nossas casas? Quem não se deu conta que nossa comunicação com o mundo mudou depois da internet? Quem não olhou fundo nos olhos de nossos bebês e crianças e viu neles uma luz que não temos? Quem não viu pelo canto do olho, um filho ou neto pequeno lidando com computadores, internet e jogos virtuais como jogávamos amarelinha? Quem não voltou dez, quinze anos, atrás e se lembrou de como era nossa vida? Contas e contas a serem pagas nos bancos, passagens reservadas em balcões de agências de viagens, compras em lojas, extratos bancários impressos que levavam dias para serem conferidos. E muito mais. É um novo mundo e há muitos mortos vivos por aí! Humanos que ainda não se tocaram das mudanças e transformações. Já houve a quebra do sistema. Estamos vivendo a resistência.
Mesmo assim, quero dizer que não acredito em profecias de fim do mundo. Estou há vinte e cinco anos na área holística, já passei por várias delas e nenhuma se realizou. Nos idos do final da década de oitenta, do século XX, extraterrestres tinham hora e data para resgatar alguns humanos privilegiados em suas poderosas naves. Não vieram. No início dos anos noventa haveria um apagão de três dias que nos prenderia em casa e não poderíamos abrir a porta nem para os filhos que estivessem do lado de fora. Não apagou. Inundações acabariam com a orla das cidades litorâneas de uma hora para outra. Não inundou. Mas o pior foi na mudança de século, o temido a mil chegarás, mas de dois mil não passarás. Nem o tecnológico bug do ano 2000, vingou. Passamos!
Agora, a profecia que sobrou foi a do ano 2012 (gente, não dá para creditar que já chegamos nele!), o Calendário Maia – o Tzolkin. Um calendário sagrado deixado pelos maias clássicos – que ocuparam a Mesoamérica há mais de dois mil anos – e que contém informações sobre ciclos de tempo que correspondem a eras galácticas. Para eles, estamos vivendo o Grande Ciclo que começou entre 6 e 13 de agosto de 3113 a.C. e terminará em 21 de dezembro de 2012 d.C.. Esse ciclo de cinco mil anos, corresponde ao final de uma radiação galáctica pela qual a Terra e o Sol vêm passando. A partir de 2012, segundo os maias, vamos entrar numa sincronização com o centro galáctico, que eles chamam de Hunab Ku, e passar a viver uma Nova Era.
Estudei muito as profecias para escrever meu livro “A Grande Luz”* e aprendi que profetas percebem energias que ainda não se concretizaram e que indicam alguns pontos a serem focados. Alguns deles, como Nostradamus e os próprios Maias viviam em mundos restritos a suas cidades e povoados e de amplo só tinham o firmamento para se referenciar. E era de lá que recebiam as inspirações para suas vidências ou profecias.
Tudo estava escrito nas estrelas e os profetas decodificavam as mensagens a partir dos símbolos que conheciam. Muitas vezes, o que diziam, nem eles mesmos alcançavam... Nós, os homens do terceiro milênio, podemos, sim, compreender agora, o que eles queriam dizer há muitos séculos atrás. Como diz meu filho João Luís “previsão do passado é mole de interpretar”!
Mas podemos encontrar aspectos interessantes de algumas profecias, à luz de nossa realidade atual. Nostradamus em suas últimas centúrias fala da ascensão da Ásia e do fim da era ocidental. O que ele vê são guerras, armas e destruição e a Europa se subjugando. Estes eram os símbolos que ele conhecia para as lutas de poder. Hoje vemos os gigantes asiáticos se confrontando com o mundo ocidental através de outra guerra – a do poder econômico.
Outro aspecto interessante a ser observado é o eclipse total do Sol, ocorrido em 11 de agosto de 1999, às 7h53m. Nostradamus fala desse fenômeno “como o mais tenebroso de que se teve notícia desde a criação do mundo até agora". Ele ocorreu a 18°21' de Leão e escureceu a Europa, parte da Ásia, Norte da África – berço das civilizações –, invadiu uma parte do Oceano Atlântico e uma pequena região da Costa Leste dos Estados Unidos (por onde chegaram os conquistadores do Novo Mundo). A totalidade da América do Sul, Oeste, Centro e Sul da África, Austrália e Oceania não foram obscurecidos. Estaria ele prevendo a nova ordem mundial? O velho mundo sendo apagado e as nações emergentes se iluminando como estamos vendo agora? E esta visão para um sábio do século XI (que mal sabia o que era a totalidade dos povos do planeta), a Europa às escuras não seria tenebroso?
Mas voltando a 2012 e aos Maias, o que seria o fim de uma era? Porque o calendário termina em 21 de dezembro de 2012? Certamente, eles se referiam a energias, mudanças climáticas, vibrações cósmicas que não poderiam mais ser contidas naquele calendário. E não é o que estamos vivendo? Quem pode afirmar que a ciência sabe tudo o que nos está acontecendo? Quem pode acreditar que não estão nos escondendo algo? O poder já caiu. Mas quem vai afirmar isso? O certo é que já estamos vivendo a Nova Era, o período onde acreditamos no Deus interior, no nosso poder de construir um mundo melhor com o auxílio de tudo que está aí, ao nosso alcance.
Acreditem, o mundo não vai acabar em 2012. Ele já acabou!
Feliz NOVO MUNDO para todos!
* A Grande Luz – Editora Nórdica
Mesmo assim, quero dizer que não acredito em profecias de fim do mundo. Estou há vinte e cinco anos na área holística, já passei por várias delas e nenhuma se realizou. Nos idos do final da década de oitenta, do século XX, extraterrestres tinham hora e data para resgatar alguns humanos privilegiados em suas poderosas naves. Não vieram. No início dos anos noventa haveria um apagão de três dias que nos prenderia em casa e não poderíamos abrir a porta nem para os filhos que estivessem do lado de fora. Não apagou. Inundações acabariam com a orla das cidades litorâneas de uma hora para outra. Não inundou. Mas o pior foi na mudança de século, o temido a mil chegarás, mas de dois mil não passarás. Nem o tecnológico bug do ano 2000, vingou. Passamos!
Agora, a profecia que sobrou foi a do ano 2012 (gente, não dá para creditar que já chegamos nele!), o Calendário Maia – o Tzolkin. Um calendário sagrado deixado pelos maias clássicos – que ocuparam a Mesoamérica há mais de dois mil anos – e que contém informações sobre ciclos de tempo que correspondem a eras galácticas. Para eles, estamos vivendo o Grande Ciclo que começou entre 6 e 13 de agosto de 3113 a.C. e terminará em 21 de dezembro de 2012 d.C.. Esse ciclo de cinco mil anos, corresponde ao final de uma radiação galáctica pela qual a Terra e o Sol vêm passando. A partir de 2012, segundo os maias, vamos entrar numa sincronização com o centro galáctico, que eles chamam de Hunab Ku, e passar a viver uma Nova Era.
Estudei muito as profecias para escrever meu livro “A Grande Luz”* e aprendi que profetas percebem energias que ainda não se concretizaram e que indicam alguns pontos a serem focados. Alguns deles, como Nostradamus e os próprios Maias viviam em mundos restritos a suas cidades e povoados e de amplo só tinham o firmamento para se referenciar. E era de lá que recebiam as inspirações para suas vidências ou profecias.
Tudo estava escrito nas estrelas e os profetas decodificavam as mensagens a partir dos símbolos que conheciam. Muitas vezes, o que diziam, nem eles mesmos alcançavam... Nós, os homens do terceiro milênio, podemos, sim, compreender agora, o que eles queriam dizer há muitos séculos atrás. Como diz meu filho João Luís “previsão do passado é mole de interpretar”!
Mas podemos encontrar aspectos interessantes de algumas profecias, à luz de nossa realidade atual. Nostradamus em suas últimas centúrias fala da ascensão da Ásia e do fim da era ocidental. O que ele vê são guerras, armas e destruição e a Europa se subjugando. Estes eram os símbolos que ele conhecia para as lutas de poder. Hoje vemos os gigantes asiáticos se confrontando com o mundo ocidental através de outra guerra – a do poder econômico.
Outro aspecto interessante a ser observado é o eclipse total do Sol, ocorrido em 11 de agosto de 1999, às 7h53m. Nostradamus fala desse fenômeno “como o mais tenebroso de que se teve notícia desde a criação do mundo até agora". Ele ocorreu a 18°21' de Leão e escureceu a Europa, parte da Ásia, Norte da África – berço das civilizações –, invadiu uma parte do Oceano Atlântico e uma pequena região da Costa Leste dos Estados Unidos (por onde chegaram os conquistadores do Novo Mundo). A totalidade da América do Sul, Oeste, Centro e Sul da África, Austrália e Oceania não foram obscurecidos. Estaria ele prevendo a nova ordem mundial? O velho mundo sendo apagado e as nações emergentes se iluminando como estamos vendo agora? E esta visão para um sábio do século XI (que mal sabia o que era a totalidade dos povos do planeta), a Europa às escuras não seria tenebroso?
Mas voltando a 2012 e aos Maias, o que seria o fim de uma era? Porque o calendário termina em 21 de dezembro de 2012? Certamente, eles se referiam a energias, mudanças climáticas, vibrações cósmicas que não poderiam mais ser contidas naquele calendário. E não é o que estamos vivendo? Quem pode afirmar que a ciência sabe tudo o que nos está acontecendo? Quem pode acreditar que não estão nos escondendo algo? O poder já caiu. Mas quem vai afirmar isso? O certo é que já estamos vivendo a Nova Era, o período onde acreditamos no Deus interior, no nosso poder de construir um mundo melhor com o auxílio de tudo que está aí, ao nosso alcance.
Acreditem, o mundo não vai acabar em 2012. Ele já acabou!
Feliz NOVO MUNDO para todos!
* A Grande Luz – Editora Nórdica
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Depois que o Natal passa
Minha filha caçula, Gabriela, sempre me diz que adora a energia da noite do dia 24. Para ela, é um momento mágico e iluminado onde as famílias dentro das casas estão sintonizadas com o amor e a alegria. “A gente vai passando pela rua e sentindo isso, um clima diferente e positivo que não se vê em nenhum outro dia do ano”. E ela tem razão, o momento que acabamos de viver é muito precioso e precisamos mantê-lo em nossos corações o ano inteiro. Um bom exercício é relembrar a noite de natal e manter sua energia vibrando na mente, em vez de dizer, como ouvi várias pessoas dizendo: “Graças a Deus acabou o natal!”, numa confissão de alívio em relação ao tumulto em que nos envolvemos nos dias que o precedem. É assim mesmo, todo ano este ciclo se repete, compras, festas coletivas, amigos ocultos, surpresas para as crianças, arrumação da ceia, divisão de despesas. “Será que esqueci alguém?” Mas tudo isso é positivo e só tem o propósito do bem, da união do Amor. Portanto, devemos agradecer por termos conseguido construir este momento mágico em nossas famílias, junto aos amigos, aos companheiros de trabalho. E, para o ano que vem, que tal menos consumo e ansiedade e mais singeleza e tranquilidade? Sempre podemos reduzir, preservar, pensar em presentes mais ligados à sustentabilidade. As festas devem ser coletivas e contributivas, pois expressam melhor o espírito do nascimento do divino numa humilde manjedoura. É certo que ele recebeu presentes reais: ouro incenso e mirra. Mas estes são simbolismos do que podemos nos dar uns aos outros: o perene ouro de nossa amizade, a pureza aromática dos incensos nos relacionamentos e o poder de limpeza da mirra que afasta a negatividade de nossas vidas.
Feliz Natal o ano todo!
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