quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Afinal, o que é “tarô para o autoconhecimento”?

Andam me perguntando o que é “tarô para o autoconhecimento”. O tarô é um instrumento simbólico de manifestação do inconsciente. Suas 22 cartas representam as energias do Universo disponíveis para nossa trajetória de vida. Cada uma remete a um campo específico de nossa constituição física, emocional e espiritual (energética). Quando abrimos as cartas do tarô diante de alguém, ou de nós mesmos, recebemos várias informações transmitidas por nosso inconsciente através das imagens dos arcanos escolhidos. São dicas para compreendermos com os olhos do invisível as energias que nos cercam naquele momento. A partir da decodificação destes símbolos, possibilitado pelo conhecimento teórico do conjunto das cartas e pela interação e leitura da aura (energia) de quem os está consultando, podemos investir no que está positivo, desprezar o negativo, ou insistir no negativo com cautela, sabendo que haverá dificuldades. Exemplo: Alguém quer viajar, porém o jogo mostra que não é um bom momento para deslocamentos e movimentos. Diante desta informação a pessoa pode desistir de viajar e aproveitar para ficar quieta em seu canto fazendo outras coisas; ou insistir na viagem sabendo que poderá ter problemas. A segunda opção diminui o nível de dificuldades encontradas na viagem, pois o conhecimento de uma ação não favorável, nos prepara para os imprevistos. Isto é adivinhação? Não, apenas leitura de tendências energéticas. Se essas tendências se mostram muito claras no jogo, pode-se até arriscar algumas afirmações que se transformarão, ou não, em previsão, dependendo das atitudes da pessoa que consulta as cartas. O que se aprende num curso de tarô? Conhecer o que é o campo energético por onde transitam as cartas, especialmente a aura humana, através da qual a energia se manifesta. Observar as auras uns dos outros, visualmente e com a ajuda de óculos especial. Distinguir os baralhos – arcanos maiores e menores – e seus vários tipos. Perceber a diferença entre o tarô e o baralho cigano. Preparar o local para a proteção do jogo. Identificar os arcanos maiores, um a um, com suas energias específicas. Aprender e praticar um tipo de jogo. Este é o primeiro estágio. Depois, num segundo momento, se os alunos gostarem tem mais!

sábado, 28 de julho de 2012

Curso de “Tarô para o autoconhecimento” com Cristina Gurjão

Sábado, 25 de agosto, no Rio, no recém-inaugurado “Espaço do Agora”, na rua Mena Barreto, em Botafogo, das 15:00 às 18:00, tem início o primeiro módulo do curso “Tarô para o autoconhecimento: introdução ao tarô”. Os temas são: a história do tarô; diferença entre arcanos maiores e menores; o despertar da intuição; como preparar sua aura para o jogo (visualização da aura a olho nu e com óculos especial) - proteção pessoal e do ambiente -; diversos tipos de baralho e como escolher o seu; e o significado geral de cada arcano maior. Neste módulo os alunos aprendem um jogo simples para começar a praticar. O segundo módulo tem como temas: divisão dos arcanos maiores por planos; os arcanos maiores e suas contrapartes; inversão de cartas; aspectos positivos e negativos; as cartas do carma; consagração do baralho; análise aprofundada de todos os arcanos maiores; jogo da Morgana de Avalon. O curso se desenvolve em dois módulos independentes, um sábado por mês e custa R$ 90,00, por pessoa, cada módulo. Estão abertas as inscrições antecipadas para o primeiro módulo com vagas limitadas – grupos de 12 pessoas. Os interessados podem se comunicar através do telefone (22) 2522-4917 ou do e-mail cristinaholistico@cristinagurjao.com.br para receber os procedimentos de inscrição.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

O ANJO E O DEMÔNIO QUE EXISTEM EM CADA UMA DE NÓS

Olho-me no espelho e vejo um anjo. Do lado de lá uma fisionomia tranqüila, suave e bela me observa. Não me aborreço com os aspectos imperfeitos de mim mesma, pois eles parecem enevoados. As rugas, as bolsinhas debaixo dos olhos e a papada sobre o queixo que tanto me incomodam, desvaneceram-se. Até a barriguinha perdeu a nitidez. Por que será que hoje tudo que me perturba está tão sem importância? Desço as escadas e vou preparar o café. Meus pés parecem que não tocam os degraus. Que coisa esquisita! Estou voando! Logo, logo chego à cozinha e num minuto me desincumbo da tarefa que, normalmente, leva uma eternidade. A realidade parece um sonho. Será que ainda estou dormindo? Só percebo o que, de fato, aconteceu, quando ao sentar para tomar a primeira refeição do dia, machuco minhas asas no encosto da cadeira. Gente, virei um anjo! Imediatamente, ouço uma voz impertinente dizendo: “Virou um anjo não, este é apenas o seu “lado anjo” se manifestando. Ainda estou aqui, queridinha, para lembrar a você de algumas coisinhas.” Pronto, foi o suficiente para mexer com minha segurança. Os temores retornam como por encanto e um turbilhão de pensamentos densos me acometem. Subitamente, a vida volta ao foco e me recordo que estou no meio do mês e não tenho mais nem um tostão para pagar as contas! Ao mesmo tempo, me lembro que já estou atrasada para uma reunião importantíssima. Corro para o banheiro para me arrumar e sinto um peso nas pernas. Ai essas varizes...Quando me olho, novamente, no espelho, me deparo com minhas rugas de expressão e penso que preciso marcar logo a consulta para acabar com elas. Mas, só entendo o porquê dessa repentina mudança de estado de espírito, ao tropeçar num estranho e comprido rabo na entrada do chuveiro. Meu Deus, virei um demônio! Em vez de me assustar, assumo as rédeas da situação e digo para mim mesma que isto é, apenas, o meu “lado diabo” se manifestando!... E, praticando tudo que aprendi em minha jornada de autoconhecimento, aplico o único antídoto eficiente para encerrar a batalha entre anjos e demônios, quer sejam eles internos, ou externos: o equilíbrio. Respiro fundo, volto ao meu eixo, enxergo a realidade, simplesmente, como ela é e passo a viver o presente. Calmamente, escovo os dentes e ao levantar a cabeça, do outro lado do espelho, vejo uma mulher normal com a boca cheia de espuma: nem anjo, nem demônio!

terça-feira, 17 de julho de 2012

A imperatriz: a carta da vez

A imperatriz representa a mulher, o feminino manifesto. Ela nos mostra a placidez da conquista a plenitude da gestação. Em breve vai parir o fruto de seus desejos. É fértil e abundante em seus projetos e propósitos. Sempre que aparece no jogo indica algo que já foi alcançado e está sendo desfrutado com prazer. É um dos arcanos da segurança e da força. Quando olhamos para a carta da imperatriz percebemos que a pessoa está, como se diz no popular, “toda, toda”. Portanto, o momento atual é regido por essa energia de segurança feminina. Quem sabe, por ser período de férias escolares, as mães estejam liberando e praticando a maternidade de forma intensa. Mesmo as que não podem largar tudo para se dedicar aos filhotes, dão tratos à bola para ocupá-los e diverti-los durante esta época de descanso dos estudos. É a força feminina atuando, cuidando, se desdobrando para dar conta de tudo que lhe é atribuído e muito mais. Se a carta da vez é a imperatriz, convém dar atenção, não só ao aspecto da maternidade, mas às mulheres de nossas vidas. Maridos, namorados, amantes mantenham-se alertas e aproveitem! As mulheres estão vibrando, a energia feminina está no ar. É bom olhá-las com respeito e admiração e demonstrar através de atitudes concretas. Tudo que for ofertado agora, fertilizará e se transformará em dádivas futuras. E nós, mulheres, como viver este arcano? Ah, tenho um bom conselho: não acumulem castigos. Como assim? Bem, quando Adão e Eva pecaram no paraíso, Deus deu a cada um uma punição, até o final dos tempos. Adão passaria a sustentar a família com o suor de seu corpo. Eva iria parir com dor o fruto do amor do casal. As Evas do século XXI acumulam os dois castigos. Os Adãos jamais poderão somar a pena feminina. Está desigual. Concordam?

segunda-feira, 2 de julho de 2012

OUVIR O CORAÇÃO - Um caminho para a autocura

O mundo vive momentos conturbados nestas primeiras décadas do milênio. Vários problemas causados por mudanças drásticas nas instituições desestabilizam o ser humano. A volubilidade do capitalismo e do sistema financeiro nos coloca diante da fragilidade do dinheiro no mundo contemporâneo. As guerras étnicas, religiosas e territoriais na Ásia, África e Europa denunciam situações de confronto ainda não resolvidas. A violência nos grandes centros urbanos revela o choque provocado pelo aumento populacional que gera conflitos entre as pessoas. O desequilíbrio climático, a ecologia e as questões que envolvem a sustentabilidade dos povos ainda não encontraram um consenso. As soluções para vivenciar essas crises, individualmente, muitas vezes estão nos medicamentos, no álcool, no fumo e, mais dramaticamente, nas drogas pesadas. Será que existe cura para a humanidade? Como vivenciar esses tumultuados momentos e, ao mesmo tempo, manter a harmonia? Em meio à turbulência, a humanidade procura alternativas para a sua grande crise existencial. A matéria já não satisfaz nossos desejos, não preenche nosso vazio e não nos traz felicidade. Com isso, cada vez mais pessoas buscam a espiritualidade como um caminho de autocura, pois é ela que nos permite o autoconhecimento emocional. Mas o barulho em que vivemos não nos deixa entrar em contato com nosso deus interior. É preciso parar para ouvir a voz do coração, pois é lá que mora a essência divina. Quando cada indivíduo encontrar a felicidade dentro de si mesmo, atingirá a cura pessoal e estará dando um poderoso passo para a cura do planeta. Só depois que encontramos um caminho espiritual e começamos a trilhá-lo, ganhamos força para trabalhar e transformar o emocional. A meditação, as terapias alternativas, a astrologia, o tarô e muitos outros instrumentos holísticos atuam em nosso campo sutil e ativam a intuição. Eles são, sem dúvida, excelentes coadjuvantes do processo de autocura emocional. Mas é bom lembrar que nenhum deles faz nada sozinho, não existem métodos mágicos. Só a consciência e o desejo de transformação interior é que nos devolvem o equilíbrio e, consequentemente, a conexão com o sagrado.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Rio + 20 - Ecologia e espiritualidade

A partir de hoje, a conferência “Rio + 20” discute a questão ecológica e a sobrevivência do planeta no plano científico, político, econômico, social, entre outros. É preciso enxergar também o lado espiritual, o único em que como cidadãos do mundo, podemos atuar individualmente. O momento que o planeta vive, ameaçado de destruição por desequilíbrios climáticos provocados pela ação predatória do homem, não é uma novidade para o planeta Terra. Em outros momentos Gaia já precisou se sacudir para sobreviver. Edgar Cayce (1877 – 1945), "o profeta adormecido", um dos maiores médiuns americanos – que através de autotranse hipnótico fazia diagnósticos e leituras do corpo das pessoas e praticava a cura e também fez leituras da história da Terra – diz que houve um momento no planeta, há aproximadamente 54 mil anos, que representantes de todas as raças existentes – amarela, marrom, negra, vermelha e branca –, se reuniram para combater animais monstruosos que ameaçavam a vida dos humanos. Estas informações estão em seu livro (ainda não traduzido no Brasil), “Story of the origin and destiny of man”, editora “Lytle Robinson”, e não são aceitas pela história oficial, apenas pelos meios esotéricos e espiritualistas. Cayce conta que todos os esforços envidados foram positivos e os monstros destruídos. No entanto, os homens passaram a possuir armas poderosas e começaram a guerrear entre si. A partir daí iniciou-se um ciclo de grandes catástrofes que se abateram sobre a terra e que eliminaram algumas civilizações, até hoje não recuperadas historicamente, e conhecidas apenas através de literaturas esotéricas, como Lemúria e Atlântida. Nas leituras de Cayce, o primeiro cataclismo (há cerca de 50 mil anos) foi provocado, entre outras causas, pelo uso indevido dessas substâncias e armas químicas, em Lemúria. Eles lidaram com o solo de forma adiantadíssima e adquiriram conhecimentos de grãos e alimentos que lhes trouxeram riquezas incomparáveis. Quando veio a catástrofe, parte de Lemúria (no Pacífico) foi destruída e Atlântida (no Atlântico Norte) fragmentou-se em cinco ilhas. Cayce continua narrando que a terra se recuperou e pouco a pouco surgiram novas civilizações e núcleos de poder em vários pontos do mundo. Porém, o ego humano foi invadido de vaidades, orgulhos e falsos valores e a crise moral se instalou. A limpeza veio pela água, como conta a Bíblia. É o segundo cataclismo, em torno de 28 mil aC, o dilúvio bíblico que acabou definitivamente com Lemúria e reduziu Atlântida a apenas uma ilha. O profeta adormecido narra que mais uma chance foi dada ao planeta e Atlântida atingiu seu apogeu. À sabedoria iniciática acrescentou-se alto desenvolvimento tecnológico como nunca se viu até hoje. Os Atlantas tinham comunicações extraterrestres e com eles adquiriram conhecimentos da energia cósmica-estelar e do uso dos cristais. Os imensos cristais de quartzo branco, silos de energia controlados pela mente humana, atingiam cerca de trinta metros. Os veículos polivalentes circulavam pela terra, água e ar. Não havia privações. Dessa vez, o mau uso da tecnologia foi o responsável pela destruição. O último afundamento de Atlântida, cerca de 10 mil anos a.C., ocorreu de uma só vez, e o continente insular foi parar no fundo do oceano Atlântico. Segundo os relatos de Cayce, os iniciados sacerdotes atlantas, avisados da catástrofe, fugiram para o Egito e repassaram tecnologia e conhecimentos para o povo continental que mais se aproximava de seu nível de conhecimentos. O planeta terra, mais uma vez, se recuperou. De lá para cá, já se passaram seis mil anos e a história se repete. Desta vez, mais rápido do que das outras, os habitantes do planeta conseguiram reunir as causas das três destruições anteriores – uso de química, vaidade humana e alta tecnologia – e estamos vivendo outros cataclismos. Efeito estufa, poluição, vulcões em erupção, ameaças de grandes terremotos, armas nucleares, egos enaltecidos, jogo de poder, mau uso da tecnologia. Tudo faz parte do ciclo de evolução espiritual do planeta e dos seres que o habitam – lemurianos, atlantas, egípcios – reencarnados com todos os conhecimentos anteriores acumulados. Em 1992, governantes das mesmas raças citadas por Cayce se encontraram no Rio de Janeiro, na Eco 92, para tentar salvar o planeta. O tema discutido, ecologia e sustentabilidade foi espalhado por todo o planeta. Agora, vinte anos depois, precisamos constatar os avanços, avaliar os resultados. A complexidade do que se vai debater exige seriedade. Temos uma nova chance, outra vez no Rio de Janeiro. Por quê? Se não sabemos a resposta, devemos pelo menos aproveitar a oportunidade. Quem sabe o Cone Sul seja mesmo o centro da Nova Era? A ecologia não é um tema separado, fora de nós. A verdadeira ecologia é interior, espiritual. Só uma postura de consciência interna traz aos indivíduos o desejo de preservar o que está em volta de si. Só mudando a consciência planetária alcançaremos outros planos e poderemos limpar o planeta, através da espiritualidade e seu maior instrumento: o autoconhecimento. Vamos nos unir a todos os representantes de todas as nações da terra e mandar-lhes energia para que possam modificar os rumos do planeta Terra. É preciso não repetir a história contada por Edgar Cayce. Esta pode ser a nossa última chance.