segunda-feira, 21 de maio de 2012

Consultas divinatórias

Muitas vezes as pessoas me dizem que não fazem consultas de tarô, numerologia e astrologia, pois têm medo de ouvir alguma coisa ruim. Isso me faz lembrar uma amiga que ao chegar ao consultório de um astrólogo foi logo dizendo: “Por favor, não me fale de morte!”. Em seguida ouviu como resposta: “Quem está trazendo a morte para cá é você!”. É isto mesmo, uma consulta energética capta o que o consulente traz para o campo do especialista: seus medos, ansiedades, inseguranças e também suas alegrias e bons fluidos. Chamo a isso de energias positivas e negativas. Todos nós as temos em nossa constituição energética, somos bipolares como tudo no universo. O importante é manter os dois polos em equilíbrio, pois é desse equilíbrio que surge a iluminação. Não é assim com os dois fios de uma tomada? Um é bom e outro é mau? Não, apenas positivo e negativo que unidos fazem circular a eletricidade que nos traz a luz. Em minhas consultas, abro meu campo sutil para entrar em sintonia com a pessoa que estou consultando. Na interpretação do mapa, isto se faz por meio do simbolismo dos signos e astros retratados em sua mandala astral, através das casas. Quanto mais entro na leitura, mais identifico os pontos importantes a serem destacados. O resultado é uma análise de tendências que mostra ao cliente o que ele tem a potencializar, o que precisa equilibrar e os pontos que exigem maior atenção e cuidados. Já na leitura do tarô, o processo é o mesmo, porém os simbolismos são outros. O diagnóstico energético será feito pela leitura da combinação das cartas que se apresentam no jogo. Cada uma traz uma mensagem individual e um recado relacionado ao contexto das outras cartas que a cercam. Na numerologia, usamos o nome de nascimento, o apelido e a data de nascimento da pessoa para buscar as energias dos números e das cores que os acompanham para entender os recados que nos trazem. O objetivo das consultas, através de qualquer simbolismo, é esclarecer as múltiplas possibilidades que o universo nos apresenta para vivermos nossa trajetória de vida. Sempre digo: “Isto está favorável. Vá por este caminho”, ou “Esta outra opção é menos favorecida. Caso a escolha viverá algumas dificuldades.” A decisão é individual, sempre regida pela soberania do livre arbítrio. A diferença é que ao enxergarmos as possibilidades energéticas estamos mais preparados para viver nossas escolhas. A consulta divinatória nada mais é que a leitura de um campo invisível que se manifesta através de determinados simbolismos para o nosso crescimento espiritual. Portanto, nada de medo ou insegurança em relação a consultar as cartas, astrologia, numerologia, ou qualquer outra ferramenta da área sutil! O especialista usa os símbolos como intermediários de recados cósmicos positivos, ou negativos. E isso não tem nada a ver com coisas boas, ou más! Bem, há também pessoas especiais que não precisam da intermediação dos símbolos. Elas apenas se conectam com a aura do consulente e vão falando o que captam. Já estive com alguns videntes assim. Não é o meu caso. Mas, quem sabe um dia chego lá?

terça-feira, 15 de maio de 2012

Aquário e Urano no mapa

Quando leio um mapa tenho especial atenção pelas posições do planeta Urano na mandala analisada. O porquê dessa preferência? A atual influência de Urano nas transformações do planeta. Regente do signo de Aquário e, portanto, da Era de Aquário, este planeta é o revelador do zodíaco. É impossível passar por um trânsito de Urano sem sair com novas visões. Ele puxa os véus da consciência e mostra o que está à nossa frente e não queremos enxergar. É o revelador do conhecido! Outra característica do planeta é sua imprevisibilidade. Onde ele aparece no mapa – regendo uma casa, ou ocupando-a – não tente controlar nada! É ali que surgirão as situações inesperadas. E a única forma de contornar o imprevisto é através do anticonvencional. Não fosse ele o vanguardista do zodíaco. Esta é a característica que mais me atrai nos indivíduos com Urano em posições marcantes do mapa – Sol, ascendente, Lua e meio do céu – a capacidade de se superar, de reinventar a vida e se alegrar com ela. A possibilidade de quebrar padrões, mudar paradigmas, sem se importar com nada. Abaixo os julgamentos! É o lema dos uranianos. São criativos sem serem irresponsáveis. Loucos sem prejudicar ninguém. Adoram novidades. Ousados para o seu tempo. Empurram o mundo para frente sem olhar para trás. Não é à toa que Urano é o patrono da informática, internet e todas as novas tecnologias digitais que invadem nossa vida na atualidade. Que venham as webs 2.0, 3.0, 4.0, ao infinito! Urano e Aquário estão aí pelos próximos dois mil anos. É por isso que observo com atenção sua influência nos mapas que me caem nas mãos. Acredito que identificar as energias uranianas nos mapas que interpreto ajuda as pessoas a sintonizarem com as ondas e vibrações de nossa era. Além disso, também percebo que estas pessoas que vão ao encontro de uma leitura do mapa, que se interessam pelo invisível, por novas linguagens e suas mensagens têm Urano e Aquário em posições estratégicas. É isso mesmo, são seres da Era de Aquário e tenho carinho especial por elas. Adoro os aquarianos. Apesar de achar que gêmeos é o melhor signo do zodíaco (meu signo, é claro!), na próxima encarnação quero ser aquariana. Para isso, vivo intensamente minha meta marcada pelo meio do céu de meu mapa, em Aquário!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Sinal dos tempos

Domingo, 15 de abril de 2012, abro a porta para pegar o jornal e qual não é minha surpresa ao me deparar com uma manchete de primeira página com o título: “O inferno astral de Niterói”. Opa, essa é a minha praia! Quem terá sido o audacioso redator que usou esta metáfora? Curiosa e estabanada, com as folhas de “O Globo” despencando de minhas mãos, sento e corro para a página 21. Lá está a matéria e, pasmem, não era metáfora! A investida astrológica continua com o título: “Niterói sob a influência de Plutão, Urano e Netuno” e o insólito subtítulo: “Mapa ajuda a explicar inferno astral que a cidade vive desde a tragédia do Bumba até a eclosão da violência”. Para aumentar minha perplexidade, um mapa astral da cidade de Niterói ilustrava a matéria. Está lá, podem conferir em http://oglobo.globo.com/rio/niteroi-sob-influencia-de-plutao-urano-netuno-4649544 Não vou comentar o texto, nem entrar nos méritos da interpretação da competente astróloga consultada, Celisa Beranger. Assino embaixo de suas palavras. O que me chama a atenção é o tema, na capa de um dos mais importantes jornais do país e o tamanho da reportagem, de quase meia página na editoria Rio, da edição de domingo. Cheguei a pensar: “Isso é deboche!”. Estão querendo derrubar o prefeito, o governador, a Dilma, sei lá eu mais quem! Não é possível, astrologia como chamada de primeira página? A intenção não é boa... O que estão querendo dizer por trás dessas linhas? Voltou-me à mente a época da ditadura, quando as informações estavam escondidas nas previsões metereológicas. Recordei as voltas que dávamos nas redações para passar mensagens nas mais singelas materinhas de “talentos promissores”, artistas, músicos, escritores que por seu total anonimato podiam dizer palavras de liberdade e democracia sem que fôssemos censurados (eles e nós repórteres. Mas, uma voz falou mais forte em minha mente: “Pára Cristina, congela!”. Então me acalmei e lembrei que os tempos são outros. As pessoas, realmente, confiam (cada dia mais) em astrologia, tarô, numerologia e outras “artes invisíveis”. Se não acreditam, pelo menos acham que podem ser usadas como instrumento de denúncia de algumas negligências administrativas de políticos ineficientes... Já é um reconhecimento. Se as pessoas não explicam, quem sabe os astros podem elucidar os mistérios que nos rondam diariamente em nossa rotina de cidadãos? A verdade é que estão lá as respostas da astróloga para todos os percalços da coitada Niterói! E olha que Plutão, Netuno e Urano não são de brincadeira! Encará-los é coisa para cachorro grande. E vamos pôr as barbas de molho e procurar nossos astrólogos para saber por onde andam estes três poderosos planetas em nossos mapas e revoluções solares. Porém, na verdade, este acontecimento me deixou intrigada... Será que não terá chegado a hora de bater na porta da redação de O Globo e, depois de muitos anos, me candidatar novamente a uma vaga de repórter, desta vez, “astrológica”?

terça-feira, 27 de março de 2012

Querer viver ou querer se curar?


Mais uma vez vou pedir ajuda a uma excelente autora para tratar de um assunto muito sério: cura. Caroline Myss, em seu livro "Medicina Intuitiva" (Editora Cultrix)fala sobre a diferença entre "querer viver" e "querer se curar". Leiam com atenção, semana que vem comentamos. Por favor interajam!

Na maioria dos casos, a primeira reação ao diagnóstico de uma doença séria é: “eu quero viver”. Para a grande maioria, é incompreensível que alguém possa fazer uma escolha diferente. E, todavia, muitas pessoas têm pouca compreensão do vasto oceano de poder interno que separa a vontade de viver da vontade de se curar. A vontade de viver é uma reação à doença que tem origem na personalidade. É uma reação baseada no medo, capaz de produzir uma alma artificial e sentimentos passageiros de coragem. A afirmação “eu quero viver” é simplesmente uma outra forma de dizer “eu não quero morrer”, mas há um poder pouco autêntico presente na vontade de viver.
Querer se curar requer mais do que o desejo de não morrer. A vontade de se curar é um compromisso muito mais profundo com o processo de cura. Ele mostra a capacidade de entrar na jornada de completa transformação de si mesmo, sem concessões ou limitações.

A vontade de se curar é a capacidade de viver preparado para mudança e/ou para o desapego de tudo aquilo que não está contribuindo para o seu bem-estar interior. Nessa jornada de transformação não se pode ter nenhum tipo de comprometimento. Não é suficiente, por exemplo, liberar apenas parte da negatividade ou perdoar alguém apenas parcialmente. E não é suficiente a pessoa admitir que sabe o que precisa fazer e não agir para mudar. A doença floresce no adiamento e nas desculpas. A resposta mental para a cura – quando o indivíduo sabe o que tem que fazer, mas não toma nenhuma providência com relação a isso – é a vontade de viver em ação; em outras palavras, é apenas falar sobre o caminho para a cura, sem, no entanto, fazer alguma coisa a respeito

Curar requer transformação. E, por essa razão, dever-se-ia reconhecer que a cura é uma questão de coragem. Ela requer uma tremenda força interior para mudar padrões familiares de pensamento e de vida, especialmente quando se está fisicamente fraco. Ainda assim, aqueles que estão enfrentando uma doença devem compreender que a vontade de viver – referindo-se ao
desejo de não morrer – não resulta e nem pode resultar em saúde. Curar-se é um caminho de ação

segunda-feira, 19 de março de 2012

A carta da vez


O Julgamento

Mudam os meses, muda a energia. Agora é a vez do Julgamento. Carta difícil... Ela determina o fim de um ciclo. Algo que já foi elaborado, vivido e vai mudar. Normalmente está ligada a assuntos superiores, programações da alma para o aprendizado. Pode indicar final de assuntos na justiça terrena, também. Quando estamos prontos, passamos de ano, somos aprovados, ganhamos o título de mestre, doutor. É aí que a energia da carta do julgamento se manifesta. Tudo vai clarear, mudar de plataforma, subir na espiral. Morte e renascimento se aproximam. Que bom! As três mestras vão se manifestar. Lembram? Instabilidade, mudança, imprevisibilidade (quem não leu, está no post anterior). Adoro! Acho emocionante saber que virão mudanças. Os clientes perguntam: “É para melhor? Coisa boa?” Sempre respondo: “Mudança sempre é para melhor!” Impossível crescer sem mudar, alterar o ritmo da vida, tirar as coisas do lugar. As cartas das mudanças e transformações assustam... Mas elas são poderosas, cada uma a seu modo. Torre, enforcado, morte, julgamento. Quando a torre aparece, corra para efetuar as transformações, pois alguém pode fazer isso por você. O enforcado vira tudo e mostra novos enfoques. Pare e observe. A morte vai trazer mudanças radicais. Leva embora o que não presta mais, limpa, transmuta. O julgamento é mais generoso, ele respeita o trabalho que foi feito e nos traz as mudanças que nós mesmos programamos. Quando? Em algum momento da existência do espírito. Por isso ela é difícil, fala de algo muito impalpável, de projetos longínquos dos quais sequer nos lembramos... Então, quando ela vibra, busque a aceitação, se entregue. Diga ao seu coração: “É assim que você quer, é assim que eu quis? Vamos em frente!” E desfrute da maravilhosa energia da ininterrupta magia dos ciclos da vida!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

As três mestras

O texto que publico hoje é tirado do livro A Viagem Interior, de Francisco Boström. Apesar de ser um pouco além dos limites desejados para a internet, ousei postá-lo. É um grande auxiliar para os tempos instáveis e cheios de mudanças imprevisíveis que vivemos atualmente no planeta. Usei a imagem de Urano, porque ele é o rei da imprevisibilidade, instabilidade e mudanças. Boa leitura e reflitam.


O medo vem da consciência dos limites. E os limites só existem em quem tem consciência dual. Quando você tiver medo, avance. O medo é diferente da percepção intuitiva, que nos faz vencer os perigos. Medo é limitação. Então, quando sentir medo, é sinal de que tem de enfrentar uma prova. Avance. (...) O medo vem da ilusão de que as coisas são estáveis e sofrem o risco de deixar de sê-lo. A estabilidade não existe. Nada é estável. Tudo é movimento. A Terra em que pisamos é uma nave em alta velocidade. O poder da dualidade reside na ilusão da estabilidade. O pólo dual crê que existe. Pensa-se estável. O pólo oposto também. E ambos julgam que o outro é uma ameaça à sua estabilidade. Então se repelem e colidem. A ilusão da estabilidade é mãe da ilusão da dualidade.

Contra a ilusão da estabilidade, a divindade superior joga com Três Mestras; a instabilidade, a mudança e a imprevisibilidade. A instabilidade se ri das dualidades. Tudo passa e muda. Em vez de nos dar receio, isto tem que nos dar alento. É promessa de vida. São novos desafios. Provas de aperfeiçoamento. Força-nos à alquimia da consciência. Devemos ser gratos à instabilidade. Ela dá tempero à vida. É, em si, a essência da vida. É o divino mexendo seu jogo de marionetes para fazer-nos mexer. Ela é divertida. Por causa dela a vida é rica. Seria chato viver sem ela. Ela é a dança divina. Detrás do caos aparente, ela é uma melodia harmoniosa, tanto mais bonita quanto mais a escutamos. Não fique tenso por ela. São os dedos divinos nos tamborilando. Relaxe e divirta-se com a instabilidade. O iniciado descansa no movimento. Ele encontra a paz na própria instabilidade, à qual pede benção com entrega e confiança.

A segunda grande Mestra da dialética divina é a mudança. Ela é o renascimento contínuo. A eternidade se esconde na mudança. Não lhe tenha medo também. Deseje-a. Espere por ela como o amante espera pela amada. Ela é promessa de renovação. Se algo ameaça mudar, relaxe e aproveite, pois com a mudança, descobrimos mundos novos. Somos os atores de novas peças. Isso é divertido. As mudanças são sempre amigas, enquanto promessa de novas experiências. E toda nova experiência nos faz desaprender bobagens, se estamos despertos para ver e escutar seus ensinamentos.

E a terceira Mestra é a imprevisibilidade. Ela põe inseguros os egos. É a mais generosas das Mestras porque é o desconhecido. Deus está oculto do outro lado do conhecido. É sempre Ele que nos espreita do desconhecido. Por detrás desse véu, está o infinito, o divino, novos conhecimentos. Como então receá-lo? Espere-o com devoção. Entre nele de peito aberto. Cruze essa fronteira. É um passo a mais para perto da unidade. A unidade vem dos malabarismos das Três Mestras. Se as vemos como amigas, elas nos ensinam a unidade. (...)Por isso, confie nelas e entregue-se a elas de olhos fechados.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Tá sujinho do carnaval?


Brincou? Bebeu? Misturou-se às multidões? Foi bom? Legal! Mas não precisa ficar sujinho assim! Todos esses deliciosos excessos do carnaval deixam cansaço no corpo, marcas no estômago, ressaca e negatividades na aura. Lembra? Somos compostos de um corpo físico, um emocional e um espiritual. Os três precisam de cuidados. Estou aqui para ensinar a cuidar do corpo espiritual, nossa base energética que se manifesta pela aura. Portanto, na quarta-feira de cinzas dedique alguns momentos para restaurá-la. É fácil. Todas as transgressões (mais simples...) dos dias de folia vão embora com um bom banho de chuveiro e alguns aditivos. Vamos lá.
Compre sal grosso, cravo da índia e canela em pau. O sal grosso (uma colher de sopa) deve ser adicionado a um litro de água morna, numa caneca. Tome seu banho, normalmente e, no final, jogue a água com sal grosso pelo corpo, do pescoço para baixo. Com as mãos, ajude a mistura a escorrer do corpo, sempre de cima para as extremidades como se estivesse jogando fora o que está pesando na aura. Em seguida, enxague com a água corrente. Já a canela e o cravo da índia servem para fazer um chá. Ferva um litro de água, adicione um punhado de cravo e uns três pedacinhos da canela em pau (já quebrada) e deixe descansar por dez minutos. Coe e coloque o chá num balde com água fria para temperar a água. Depois do banho de sal grosso despeje o conteúdo do balde, agora molhando a cabeça. Não enxágue. Deixe secar um pouco no corpo, antes de enxugá-lo. Tem um cheirinho delicioso! Agora trate de repousar e recuperar as energias para voltar à rotina! Você já está totalmente limpo. Simples assim!
Bem, lembrem-se do mais importante, o livre arbítrio. Não posso me responsabilizar por excessos. Esses ficam por conta de cada um...
Divirtam-se!