terça-feira, 17 de julho de 2012
A imperatriz: a carta da vez
A imperatriz representa a mulher, o feminino manifesto. Ela nos mostra a placidez da conquista a plenitude da gestação. Em breve vai parir o fruto de seus desejos. É fértil e abundante em seus projetos e propósitos. Sempre que aparece no jogo indica algo que já foi alcançado e está sendo desfrutado com prazer. É um dos arcanos da segurança e da força. Quando olhamos para a carta da imperatriz percebemos que a pessoa está, como se diz no popular, “toda, toda”. Portanto, o momento atual é regido por essa energia de segurança feminina. Quem sabe, por ser período de férias escolares, as mães estejam liberando e praticando a maternidade de forma intensa. Mesmo as que não podem largar tudo para se dedicar aos filhotes, dão tratos à bola para ocupá-los e diverti-los durante esta época de descanso dos estudos. É a força feminina atuando, cuidando, se desdobrando para dar conta de tudo que lhe é atribuído e muito mais.
Se a carta da vez é a imperatriz, convém dar atenção, não só ao aspecto da maternidade, mas às mulheres de nossas vidas. Maridos, namorados, amantes mantenham-se alertas e aproveitem! As mulheres estão vibrando, a energia feminina está no ar. É bom olhá-las com respeito e admiração e demonstrar através de atitudes concretas. Tudo que for ofertado agora, fertilizará e se transformará em dádivas futuras.
E nós, mulheres, como viver este arcano? Ah, tenho um bom conselho: não acumulem castigos. Como assim? Bem, quando Adão e Eva pecaram no paraíso, Deus deu a cada um uma punição, até o final dos tempos. Adão passaria a sustentar a família com o suor de seu corpo. Eva iria parir com dor o fruto do amor do casal. As Evas do século XXI acumulam os dois castigos. Os Adãos jamais poderão somar a pena feminina. Está desigual. Concordam?
segunda-feira, 2 de julho de 2012
OUVIR O CORAÇÃO - Um caminho para a autocura
O mundo vive momentos conturbados nestas primeiras décadas do milênio. Vários problemas causados por mudanças drásticas nas instituições desestabilizam o ser humano. A volubilidade do capitalismo e do sistema financeiro nos coloca diante da fragilidade do dinheiro no mundo contemporâneo. As guerras étnicas, religiosas e territoriais na Ásia, África e Europa denunciam situações de confronto ainda não resolvidas. A violência nos grandes centros urbanos revela o choque provocado pelo aumento populacional que gera conflitos entre as pessoas. O desequilíbrio climático, a ecologia e as questões que envolvem a sustentabilidade dos povos ainda não encontraram um consenso. As soluções para vivenciar essas crises, individualmente, muitas vezes estão nos medicamentos, no álcool, no fumo e, mais dramaticamente, nas drogas pesadas.
Será que existe cura para a humanidade? Como vivenciar esses tumultuados momentos e, ao mesmo tempo, manter a harmonia? Em meio à turbulência, a humanidade procura alternativas para a sua grande crise existencial. A matéria já não satisfaz nossos desejos, não preenche nosso vazio e não nos traz felicidade. Com isso, cada vez mais pessoas buscam a espiritualidade como um caminho de autocura, pois é ela que nos permite o autoconhecimento emocional. Mas o barulho em que vivemos não nos deixa entrar em contato com nosso deus interior. É preciso parar para ouvir a voz do coração, pois é lá que mora a essência divina. Quando cada indivíduo encontrar a felicidade dentro de si mesmo, atingirá a cura pessoal e estará dando um poderoso passo para a cura do planeta.
Só depois que encontramos um caminho espiritual e começamos a trilhá-lo, ganhamos força para trabalhar e transformar o emocional. A meditação, as terapias alternativas, a astrologia, o tarô e muitos outros instrumentos holísticos atuam em nosso campo sutil e ativam a intuição. Eles são, sem dúvida, excelentes coadjuvantes do processo de autocura emocional. Mas é bom lembrar que nenhum deles faz nada sozinho, não existem métodos mágicos. Só a consciência e o desejo de transformação interior é que nos devolvem o equilíbrio e, consequentemente, a conexão com o sagrado.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Rio + 20 - Ecologia e espiritualidade
A partir de hoje, a conferência “Rio + 20” discute a questão ecológica e a sobrevivência do planeta no plano científico, político, econômico, social, entre outros. É preciso enxergar também o lado espiritual, o único em que como cidadãos do mundo, podemos atuar individualmente. O momento que o planeta vive, ameaçado de destruição por desequilíbrios climáticos provocados pela ação predatória do homem, não é uma novidade para o planeta Terra. Em outros momentos Gaia já precisou se sacudir para sobreviver.
Edgar Cayce (1877 – 1945), "o profeta adormecido", um dos maiores médiuns americanos – que através de autotranse hipnótico fazia diagnósticos e leituras do corpo das pessoas e praticava a cura e também fez leituras da história da Terra – diz que houve um momento no planeta, há aproximadamente 54 mil anos, que representantes de todas as raças existentes – amarela, marrom, negra, vermelha e branca –, se reuniram para combater animais monstruosos que ameaçavam a vida dos humanos. Estas informações estão em seu livro (ainda não traduzido no Brasil), “Story of the origin and destiny of man”, editora “Lytle Robinson”, e não são aceitas pela história oficial, apenas pelos meios esotéricos e espiritualistas. Cayce conta que todos os esforços envidados foram positivos e os monstros destruídos. No entanto, os homens passaram a possuir armas poderosas e começaram a guerrear entre si. A partir daí iniciou-se um ciclo de grandes catástrofes que se abateram sobre a terra e que eliminaram algumas civilizações, até hoje não recuperadas historicamente, e conhecidas apenas através de literaturas esotéricas, como Lemúria e Atlântida.
Nas leituras de Cayce, o primeiro cataclismo (há cerca de 50 mil anos) foi provocado, entre outras causas, pelo uso indevido dessas substâncias e armas químicas, em Lemúria. Eles lidaram com o solo de forma adiantadíssima e adquiriram conhecimentos de grãos e alimentos que lhes trouxeram riquezas incomparáveis. Quando veio a catástrofe, parte de Lemúria (no Pacífico) foi destruída e Atlântida (no Atlântico Norte) fragmentou-se em cinco ilhas.
Cayce continua narrando que a terra se recuperou e pouco a pouco surgiram novas civilizações e núcleos de poder em vários pontos do mundo. Porém, o ego humano foi invadido de vaidades, orgulhos e falsos valores e a crise moral se instalou. A limpeza veio pela água, como conta a Bíblia. É o segundo cataclismo, em torno de 28 mil aC, o dilúvio bíblico que acabou definitivamente com Lemúria e reduziu Atlântida a apenas uma ilha.
O profeta adormecido narra que mais uma chance foi dada ao planeta e Atlântida atingiu seu apogeu. À sabedoria iniciática acrescentou-se alto desenvolvimento tecnológico como nunca se viu até hoje. Os Atlantas tinham comunicações extraterrestres e com eles adquiriram conhecimentos da energia cósmica-estelar e do uso dos cristais. Os imensos cristais de quartzo branco, silos de energia controlados pela mente humana, atingiam cerca de trinta metros. Os veículos polivalentes circulavam pela terra, água e ar. Não havia privações. Dessa vez, o mau uso da tecnologia foi o responsável pela destruição. O último afundamento de Atlântida, cerca de 10 mil anos a.C., ocorreu de uma só vez, e o continente insular foi parar no fundo do oceano Atlântico.
Segundo os relatos de Cayce, os iniciados sacerdotes atlantas, avisados da catástrofe, fugiram para o Egito e repassaram tecnologia e conhecimentos para o povo continental que mais se aproximava de seu nível de conhecimentos. O planeta terra, mais uma vez, se recuperou. De lá para cá, já se passaram seis mil anos e a história se repete. Desta vez, mais rápido do que das outras, os habitantes do planeta conseguiram reunir as causas das três destruições anteriores – uso de química, vaidade humana e alta tecnologia – e estamos vivendo outros cataclismos. Efeito estufa, poluição, vulcões em erupção, ameaças de grandes terremotos, armas nucleares, egos enaltecidos, jogo de poder, mau uso da tecnologia. Tudo faz parte do ciclo de evolução espiritual do planeta e dos seres que o habitam – lemurianos, atlantas, egípcios – reencarnados com todos os conhecimentos anteriores acumulados.
Em 1992, governantes das mesmas raças citadas por Cayce se encontraram no Rio de Janeiro, na Eco 92, para tentar salvar o planeta. O tema discutido, ecologia e sustentabilidade foi espalhado por todo o planeta. Agora, vinte anos depois, precisamos constatar os avanços, avaliar os resultados. A complexidade do que se vai debater exige seriedade. Temos uma nova chance, outra vez no Rio de Janeiro. Por quê? Se não sabemos a resposta, devemos pelo menos aproveitar a oportunidade. Quem sabe o Cone Sul seja mesmo o centro da Nova Era?
A ecologia não é um tema separado, fora de nós. A verdadeira ecologia é interior, espiritual. Só uma postura de consciência interna traz aos indivíduos o desejo de preservar o que está em volta de si. Só mudando a consciência planetária alcançaremos outros planos e poderemos limpar o planeta, através da espiritualidade e seu maior instrumento: o autoconhecimento.
Vamos nos unir a todos os representantes de todas as nações da terra e mandar-lhes energia para que possam modificar os rumos do planeta Terra. É preciso não repetir a história contada por Edgar Cayce. Esta pode ser a nossa última chance.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Música para a alma
A música é um dos eficazes instrumentos para a elevação da alma. Os processos de relaxamento, meditação e estados alterados de consciência exigem música especial. É a chamada música new age , ou da nova era, que surgiu na década de 70, na Costa Oeste dos Estados Unidos. A música nova era atua diretamente no lado direito do cérebro. Algumas músicas orientais e outras clássicas também. É preciso não confundir a música nova era com a música muzak, também conhecida como música de elevador, piped music, weather music, ou lift music. São músicas instrumentais que possuem letra e neste caso, não há relaxamento, pois o cérebro lembra da letra de música e não se desliga.
A música nova era é excelente também para acompanhar trabalhos, leituras, planejamentos, projetos. Por ir diretamente ao cérebro, não interfere no campo consciente e cria um ambiente tranquilo e propício ao rendimento da atividade intelectual.
Na meditação, além de relaxar e induzir ao estado alfa, a música nova era tem a função de marcar o tempo. Ao entrarmos em estado alterado de consciência precisamos de referenciais para voltar à vibração normal. Quando a música acaba, sinaliza o momento do fim da meditação.
Alguns terapeutas holísticos também fazem uso da música nova era para ajudar o paciente a se desligar e se entregar ao processo de cura. É comum também este tipo de música em locais de trabalhos espirituais: fraternidades, centros kardecistas.
Raôul Duguay, cantor e compositor, ex-presidente da Associação de Música Nova Era de Quebec, diz que “a autêntica música da nova era procura sua fonte na visão que transforma a escuta. Somente o silêncio interior transforma verdadeiramente a pessoa e faz do ouvido um radar para o infinito. A música da nova era é uma respiração profunda e lenta, em harmonia com o ritmo natural, uma desaceleração da vida cotidiana, uma despoluição dos ouvidos”.
Que belo! Só de ler estas palavras dá vontade de se tornar adepto do gênero, não acham?
Sugestões de bons compositores de músicas nova era:
Aeolus
Andreas Wollenweider
Christaal
Deuter
Jean Pierre Rampal
Jon & Vangelis
Kitaro
Paul Horn
Ravi Shantar
Steven Halpern
Músicas clássicas que estabelecem harmonia com a alma:
Bach – Missa em si Menor
Beethoven – Abertura de Egmont/Missa Solene
Brahms – Concerto nº 1 para piano e orquestra
Debussy – toda a obra
Faure – Requiem
Haendel – Concerto para harpa
Mozart – Requiem
Ravel – Toda a obra
Schubert – Prelúdio a Rosamunde
Tchaikovsky – Último movimento da quinta sinfonia
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Consultas divinatórias
Muitas vezes as pessoas me dizem que não fazem consultas de tarô, numerologia e astrologia, pois têm medo de ouvir alguma coisa ruim. Isso me faz lembrar uma amiga que ao chegar ao consultório de um astrólogo foi logo dizendo: “Por favor, não me fale de morte!”. Em seguida ouviu como resposta: “Quem está trazendo a morte para cá é você!”. É isto mesmo, uma consulta energética capta o que o consulente traz para o campo do especialista: seus medos, ansiedades, inseguranças e também suas alegrias e bons fluidos. Chamo a isso de energias positivas e negativas. Todos nós as temos em nossa constituição energética, somos bipolares como tudo no universo. O importante é manter os dois polos em equilíbrio, pois é desse equilíbrio que surge a iluminação. Não é assim com os dois fios de uma tomada? Um é bom e outro é mau? Não, apenas positivo e negativo que unidos fazem circular a eletricidade que nos traz a luz.
Em minhas consultas, abro meu campo sutil para entrar em sintonia com a pessoa que estou consultando. Na interpretação do mapa, isto se faz por meio do simbolismo dos signos e astros retratados em sua mandala astral, através das casas. Quanto mais entro na leitura, mais identifico os pontos importantes a serem destacados. O resultado é uma análise de tendências que mostra ao cliente o que ele tem a potencializar, o que precisa equilibrar e os pontos que exigem maior atenção e cuidados. Já na leitura do tarô, o processo é o mesmo, porém os simbolismos são outros. O diagnóstico energético será feito pela leitura da combinação das cartas que se apresentam no jogo. Cada uma traz uma mensagem individual e um recado relacionado ao contexto das outras cartas que a cercam. Na numerologia, usamos o nome de nascimento, o apelido e a data de nascimento da pessoa para buscar as energias dos números e das cores que os acompanham para entender os recados que nos trazem.
O objetivo das consultas, através de qualquer simbolismo, é esclarecer as múltiplas possibilidades que o universo nos apresenta para vivermos nossa trajetória de vida. Sempre digo: “Isto está favorável. Vá por este caminho”, ou “Esta outra opção é menos favorecida. Caso a escolha viverá algumas dificuldades.” A decisão é individual, sempre regida pela soberania do livre arbítrio. A diferença é que ao enxergarmos as possibilidades energéticas estamos mais preparados para viver nossas escolhas.
A consulta divinatória nada mais é que a leitura de um campo invisível que se manifesta através de determinados simbolismos para o nosso crescimento espiritual. Portanto, nada de medo ou insegurança em relação a consultar as cartas, astrologia, numerologia, ou qualquer outra ferramenta da área sutil! O especialista usa os símbolos como intermediários de recados cósmicos positivos, ou negativos. E isso não tem nada a ver com coisas boas, ou más!
Bem, há também pessoas especiais que não precisam da intermediação dos símbolos. Elas apenas se conectam com a aura do consulente e vão falando o que captam. Já estive com alguns videntes assim. Não é o meu caso. Mas, quem sabe um dia chego lá?
terça-feira, 15 de maio de 2012
Aquário e Urano no mapa
Quando leio um mapa tenho especial atenção pelas posições do planeta Urano na mandala analisada. O porquê dessa preferência? A atual influência de Urano nas transformações do planeta. Regente do signo de Aquário e, portanto, da Era de Aquário, este planeta é o revelador do zodíaco. É impossível passar por um trânsito de Urano sem sair com novas visões. Ele puxa os véus da consciência e mostra o que está à nossa frente e não queremos enxergar. É o revelador do conhecido!
Outra característica do planeta é sua imprevisibilidade. Onde ele aparece no mapa – regendo uma casa, ou ocupando-a – não tente controlar nada! É ali que surgirão as situações inesperadas. E a única forma de contornar o imprevisto é através do anticonvencional. Não fosse ele o vanguardista do zodíaco. Esta é a característica que mais me atrai nos indivíduos com Urano em posições marcantes do mapa – Sol, ascendente, Lua e meio do céu – a capacidade de se superar, de reinventar a vida e se alegrar com ela. A possibilidade de quebrar padrões, mudar paradigmas, sem se importar com nada. Abaixo os julgamentos! É o lema dos uranianos. São criativos sem serem irresponsáveis. Loucos sem prejudicar ninguém. Adoram novidades. Ousados para o seu tempo. Empurram o mundo para frente sem olhar para trás.
Não é à toa que Urano é o patrono da informática, internet e todas as novas tecnologias digitais que invadem nossa vida na atualidade. Que venham as webs 2.0, 3.0, 4.0, ao infinito! Urano e Aquário estão aí pelos próximos dois mil anos.
É por isso que observo com atenção sua influência nos mapas que me caem nas mãos. Acredito que identificar as energias uranianas nos mapas que interpreto ajuda as pessoas a sintonizarem com as ondas e vibrações de nossa era. Além disso, também percebo que estas pessoas que vão ao encontro de uma leitura do mapa, que se interessam pelo invisível, por novas linguagens e suas mensagens têm Urano e Aquário em posições estratégicas. É isso mesmo, são seres da Era de Aquário e tenho carinho especial por elas. Adoro os aquarianos. Apesar de achar que gêmeos é o melhor signo do zodíaco (meu signo, é claro!), na próxima encarnação quero ser aquariana. Para isso, vivo intensamente minha meta marcada pelo meio do céu de meu mapa, em Aquário!
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