sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

As cores e os alimentos

Uma alimentação saudável está entre as principais preocupações do mundo moderno. Na busca do equilíbrio, novos conceitos se apresentam para oferecer ao indivíduo nutrição, prazer e saúde. Entre eles, encontra-se a observação das cores dos alimentos. Um procedimento que os orientais já cultuam há alguns milênios.
Diz o ditado popular que quando os cientistas chegam ao alto das montanhas, lá em cima encontram um místico. A cada dia percebo mais a verdade desse axioma. A ciência e o misticismo estão em reta de chegada. Novas descobertas, frutos de pesquisas avançadas, aproximam os conceitos místicos, esotéricos, energéticos, holísticos, da ciência.
Outro dia, lendo uma revista semanal encontrei um artigo que falava da necessidade de observar as cores dos alimentos na hora de elaborar as refeições e arrumar os pratos. Lembrei logo de minha mãe que, com sua sabedoria ancestral e altos dotes culinários, diz que a refeição ideal tem que ter alimentos brancos (arroz, grãos, ou batatas); vermelhos, amarelos ou laranjas (tomate, beterraba, abóbora, cenoura, etc.); e verdes (legumes e verduras).
Qual não foi minha surpresa ao perceber, também, que a pesquisa científica apontada pela publicação coincidia com alguns dos princípios energéticos ligados às cores e saúde. A nutricionista Ana Célia Ayres Dellosso, da PUC de São Paulo, diz, na citada matéria, que os alimentos com cor vermelha, como o tomate, melancia e goiaba possuem licopeno que melhora o sistema imunológico e previne o câncer Os amarelos e laranjas, como a cenoura e a abóbora, são ricos em betacaroteno que retarda o envelhecimento da pele e previne o câncer. Os verde escuros como o brócolis e couve apresentam minerais como o ferro, um dos principais componentes da hemoglobina, o pigmento das células vermelhas do sangue. É ela que distribui o oxigênio pelo corpo. Já os que tendem para o violeta, como uva, tamarindo e amora, são antioxidantes e possuem nutrientes para o cérebro.
Bem, então vamos ao significado energético das cores e suas correlações com os alimentos:
Vermelho é a cor da energia física, paixão e liderança. Atua na circulação, sangue e medula óssea (imunidades). Os alimentos que potencializam a energia vermelha são: maçã, beterraba, goiaba vermelha, cereja, ameixa, morango, groselha, pimentão vermelho, rabanete, tomate, espinafre, agrião e cravo da índia.
Laranja é a cor da energia de criação e expansão da mente. Ajuda nos processos inflamatórios e infecciosos, cãibras, espasmos musculares, fixa o cálcio no organismo. Os alimentos que aumentam essas características são: damasco, pêssego, melão, manga, tangerina, laranja, caqui, cenoura, abóbora, nabo e açafrão.
O amarelo é a cor da energia espiritual, ânimo e entusiasmo. Funciona para má digestão, rins, supra-renal, curativa para a pele, restaura as células do sistema nervoso central e gera energia para os músculos. Os alimentos que vibram na mesma sintonia são: banana, limão, milho, figo, melão, abacaxi, mamão, goiaba branca, café, milho, inhame, batata doce, mostarda e manteiga.
O verde é a cor da energia do equilíbrio, saúde, cura física. Influencia na cicatrização, é vasodilatador, purificador do sangue, anti-séptico, germicida e anti-reumático. Os alimentos que ajudam a aumentar essa energia são: abacate, kiwi, lima da pérsia, feijão, azeitona, azeite, alface, pepino, brócolis, couve, aspargo, pimentão verde, aipo, cebolinha, alho poró e repolho.
O azul celeste é a cor da energia de poder mental. É ótimo para problemas na garganta, pulmões e respiratórios. Os alimentos potencializadores são uva, ameixa escura e ameixa seca.
O azul anil é a cor da energia de intuição. Ameniza a dor de cabeça, problema nos olhos, ouvidos, auxilia a memória. Sua cor é o azul índigo, ou anil que detona os processos de paranormalidade e percepção extra-sensorial, abrindo-nos para os “sentidos” superiores. Os alimentos são os mesmos do azul celeste.
O violeta é a cor da energia de transmutação, elevação, autoconhecimento, transformação. Detém o crescimento de tumores, elimina toxinas, estimula a produção de leucócitos. Os alimentos que possuem a mesma vibração são: uva preta, amora, berinjela, repolho roxo e alho.
Comparem as palavras da médica com as energias das cores e encontrarão algumas coincidências... Agora que as informações orientais sobre as cores dos alimentos já não são mais tão esotéricas, aproveitem as dicas para produzir pratos coloridos e saudáveis, de acordo com suas necessidades individuais.

SUGESTÕES DE LEITURA SOBRE CORES

• Luz Cor Ação- Use as cores em sua vida - Cristina Magalhães - Nórdica
• A Linguagem das cores - René-Lucien Rousseau - Pensamento
• As Cores e seu poder de cura - Betty Wood - Pensamento
• O Poder mágico das cores - Raymond Buckland - Siciliano

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Cura e crença


Existem doenças incuráveis? Para a medicina tradicional, sim, para a medicina holística e energética, não. Sob o aspecto energético o que existe são pessoas incuráveis, ou seja, que não querem se curar. Isto dito assim parece cruel. Como é possível alguém não querer se curar? Mas esta afirmação é uma simples verdade que pertence ao campo energético emocional de grande parte da humanidade. Para a medicina holística, todas as doenças são consequências de desequilíbrios energéticos/emocionais detonados por choques ou abalos conscientes ou inconscientes provocados por padrões incutidos em nosso subconsciente (entidade energética estudada pela parapsicologia). Dependendo da intensidade da emoção, o desequilíbrio é menor ou maior e se configura numa resposta física, também maior ou menor: doenças graves e menos graves, ou corriqueiras. A área onde a doença se manifesta no corpo, e o tipo da doença correspondem a padrões emocionais específicos. O câncer, por exemplo, é uma doença ligada ao desamor, à rejeição, à raiva. Se ele surge no cérebro, pode corresponder a um desequilíbrio mental, intelectual. Ao se manifestar nos órgãos sexuais, quem sabe representa excessos de energia, ou frustrações neste campo? Um câncer ósseo pode significar rigidez, intolerância, intransigência. E por aí vai. A medicina holística e as terapias energéticas constituem um empolgante campo de compreensão destas manifestações físicas e oferecem um excelente caminho para a cura e autocura das doenças, a partir do conhecimento destes padrões.
É a persistência, ou permanência no padrão emocional viciado que gera a doença. Mas a grande dificuldade é enxergar estes padrões, aceitá-los e transformá-los, abandonando sistemas de crenças que nos aprisionam.
Carl Simonton, médico americano, que trabalha com pacientes de câncer através de meditação e visualização criativa, no Cancer Counseling and Reserch Center, em Dallas, Texas, diz:
"Algo que costuma acontecer muito frequentemente com meus pacientes é o fato deles ficarem aterrorizados quando lhes dizemos, após tratamentos médicos e sessões de visualização bem sucedidos, que eles não têm mais indícios da doença. Verificamos que eles reconhecem que com efeito haviam criado o tumor por algum motivo - e o estavam usando como uma muleta para continuarem vivendo. Se subitamente ficam sabendo que não possuem mais o tumor, e ainda não tiveram como substituí-lo por nenhum outro instrumento, a sensação de perda é enorme. ... Eles não estão prontos para estarem bem; não estão preparados para agirem de maneira saudável; sua família, e a sociedade em que vivem, não estão dispostos a tratá-los de maneira diferente; e assim por diante. Pouco a pouco, à medida que evoluem e se desenvolvem, os pacientes vão conseguindo modificar seu sistema de defesa e tomar conta de si mesmos, lançando mão de novas maneiras para fazê-lo” (*)
Só atingimos a verdadeira cura quando nos libertamos desses sistemas de crença, acreditamos no nosso poder interior, em nossa independência e individualidade e passamos a arcar com a própria responsabilidade pela sobrevivência! Só quem já mudou seu paradigma interno, viveu o salto quântico, tem possibilidade de experimentar a verdadeira cura. Para estes não existem mais doenças incuráveis.
(*) Sabedoria Incomum – Fritjof Capra (Ed.Pensamento)
Mais sugestões de leituras
A cura quântica – Deepak Chopra (Ed. Best Seller)
Memória das células – Paul Pearsall (Ed. Mercuryo)
Medicina intuitiva – C. Norman Shealy e Caroline M. Myss (Ed. Pensamento)
A doença como caminho – Thorwald Dethlefsen e Rudiger Dahlke (Ed. Pensamento)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Dobradinha antiga

A partir de agora estarei presente, através de meu blog “Universo paralelo – viajar com alma e a imaginação” –, na página da jornalista Anna Ramalho. Para mim é uma honra participar do projeto da Anna, fera do colunismo carioca há mais de três décadas. Não é a primeira vez que desenvolvemos uma parceria e a nossa última dobradinha deu muito certo para as duas! Tenho certeza que iniciamos mais uma etapa profissional “bem sucedida”, como tudo que desenvolvemos juntas até hoje. Haja vista a nossa fiel e afetiva amizade!

Introdução feita vou falar um pouquinho sobre minha proposta “holística”.
Há vinte anos, iniciei uma série de estudos que me encaminharam para caminhos sutis que, na época, eram chamados de esotéricos. Atualmente esta palavra não define mais tudo que aprendi e pratico. Foram vivências, cursos, palestras que me fizeram ver o mundo com outros olhares. É aí que o holístico se encaixa.
A palavra holística vem do grego, "holos" que significa "todo", inteiro.
A definição do Aurélio diz que o holismo é a “teoria segundo a qual o homem é um todo indivisível, e que não pode ser explicado pelos seus distintos componentes (físico, psicológico ou psíquico), considerados separadamente”. Portanto, holismo se refere ao conjunto, ao "todo" em relação com suas partes, à inteireza do mundo e dos seres.


Vamos voltar ao assunto em outros posts. No momento, o que quero passar para vocês é uma imagem que acho bonita e precisa: o olhar holístico é como o da águia que vê de cima com 360° de amplitude e quando desce para abater a presa vem com uma precisão quase perfeita. É assim que vejo os temas holístico, amplos, diversos, sutis, elevados e precisos. Neles cabem a física quântica e as mudanças de paradigmas do mundo atual e também tarô, astrologia, e outros temas desenvolvidos pelas mais ancestrais escolas de mistérios do planeta. E então vamos embarcar nessa viagem com a alma e a imaginação?

domingo, 13 de novembro de 2011

Jesus e a bola de cristal

O que dizer desta pintura, há tanto tempo escondida nas mãos de um colecionador americano e que depois de muita polêmica foi reconhecida como um autêntico da Vinci? Agora,em plena Era de Aquário,Jesus é exibido com um instrumento divinatório, totalmente extemporâneo para a época em que foi pintado. Bem, sabe-se hoje das ligações esotéricas do pintor já propaladas em livros como "O Código da Vinci", entre outros. Esta seria uma boa confirmação, não é mesmo? Interessante é o silêncio que se faz em torno de algo que não é absolutamente natural: uma bola de cristal nas mãos do Nazareno. A mídia televisiva exibiu o quadro, como uma das vedetes da exposição e nem uma palavra sobre o objeto esotérico, como se fosse um passarinho, um livro, ou outra coisa qualquer. Sequer uma observação. Foi tão escancarado que achei que tinha tido uma visão e corri para a internet para investigar melhor. Bem, fica aí para vocês a imagem desta belíssima tela com este intrigante objeto. Cada um conclua como quiser. Meu objetivo é instigar a imaginação!

domingo, 16 de outubro de 2011

A GRANDE INVOCAÇÃO - O Mantra da Era de Aquário

Do ponto de Luz na Mente de Deus,
Flua Luz às mentes dos homens:
Que a Luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no Coração de Deus
Flua Amor aos corações dos homens;
Que o Cristo volte à Terra.

Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens:
O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.

Do centro a que chamamos raça dos homens,
Cumpra-se o Plano de Amor e Luz
E que Ele cerre a porta onde mora o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra

A finalidade da Grande Invocação é restabelecer o Plano de Deus sobre a Terra. Segundo Alice A. Bailey:
"A Invocação

não é propriedade de nenhum indivíduo ou grupo em especial, mas pertence a toda a Humanidade. A beleza e a força desta Invocação repousam em sua simplicidade e o fato de expressar certas verdades essenciais que todos os homens aceitam, inata e normalmente: a verdade da existência de uma inteligência básica a Quem vagamente chamamos Deus; a verdade de que por trás das aparências externas, o Amor é o poder motivador do Universo; a verdade de que uma grande individualidade veio à Terra, chamada pêlos cristãos, o Cristo, e encarnou esse Amor, para que o pudéssemos compreender; a verdade de que, tanto o amor, como a inteligência, são efeitos da Vontade de Deus; e, finalmente, a verdade de que o Plano Divino só se pode realizar através da própria humanidade.”

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Curso de meditação em Nova Friburgo

Vamos começar um encontro semanal de meditação e visualização criativa para cura e prosperidade no Instituto Mangalam, em Nova Friburgo? Será às segundas das 19:30 às 21:00 hs. Aprendemos a importância da meditação, praticamos técnicas e criamos nossa própria realidade na tela mental. Que tal? Faça contato através do e-mail cristinaholistico@cristinagurjao.com.br, ou no Mangalan Rua Ernesto Brasílio, 71, Centro. Tel.: 22 2522-2903. Espero você lá.
Para aquecer veja o que o cardiologista americano Dean Ornish diz sobre a meditação:
O Dr. Dean Ornish, cardiologista, especialista em medicina interna e diretor do Instituto de Pesquisas de Medicina Preventiva de Sausalito, desenvolveu uma terapia que inclui uma dieta vegetariana, meditação e exercícios para o controle de doenças cardíacas.
Dean Ornish provou, através de estudos, que artérias coronárias obstruídas podiam ser desobstruídas sem remédios. Ele sugere alimentação com baixíssimo teor de gordura, terapia de grupo, yoga e técnicas de controle do estresse (alongamentos, relaxamento muscular progressivo, exercícios respiratórios, meditação e elaboração de imagens). Por meio da observação da tomografia de seus pacientes cardiopatas, submetidos à técnica inovadora, o cardiologista comprovou a melhora do fluxo sanguíneo em suas coronárias.

sábado, 1 de outubro de 2011

O problema do mundo pequeno


No Livro da Boa Sorte – como aproveitar o acaso e as coincidências, de Steve Richards, o autor cita o problema do mundo pequeno e diz que é um paradoxo de viajantes. Você está passando férias em Paris e se depara com o vizinho de cima, no elevador da Torre Eiffel. Ou passa um ano nos Estados Unidos e conhece um antigo companheiro de forças armadas de seu pai. Melhor ainda é estar na Austrália e descobrir que o garçom que serve sua mesa é sobrinho de sua massagista.
Segundo Steve Richards essas incríveis coincidências são muito mais prováveis do que podemos imaginar. Ele diz que Ithiel De Sola Pool, do MIT e Manfred Hochen, da IBM, calcularam matematicamente que, se cada pessoa em um país do tamanho dos Estados Unidos conhece cerca de quinhentas pessoas, pelo menos casualmente, as probabilidades de que cada duas pessoas se conheçam são de cerca de 200.000 para 1. Se introduzirmos os intermediários na questão (se eles não se conhecem, mas conhecem uma terceira pessoa) as chances são ainda maiores. É provável que cada duas pessoas nos Estados Unidos estejam ligadas por não mais do que dois desses intermediários. Outras pesquisas indicam que a margem talvez seja um pouco maior – cinco intermediários. Mesmo assim, ainda é um número impressionante. Em um país do tamanho da Inglaterra não é unicamente possível como também matematicamente provável que não haja mais de uns poucos desses intermediários entre qualquer dos leitores e o primeiro ministro, ou até mesmo a rainha.
Steve dá um exemplo famoso e conta que três das principais figuras da Segunda Guerra Mundial – Winston Churchill, Franklin Roosevelt e o General Douglas MacArthur – eram primos entre si, todos descendentes de uma mulher pouco conhecida de Tauton, Massachusetts, chamada Sarah Barney Belcher. MacArthur era primo em oitavo grau de Churchill e primo em sexto grau de Franklin Delano Roosevelt.
Um exemplo familiar: há mais de 50 anos perdemos um tio desportista num trágico acidente no treino para uma competição panamericana, no Clube Fluminense, no Rio. Recentemente, numa viagem de férias ao Sul do país, um jovem sobrinho, conversando com um companheiro de poltrona, referiu-se ao fato. O homem, muito surpreso disse que havia presenciado o acidente, pois era atleta do clube e também estava no estádio naquele dia.
É interessante fazer um joguinho em cima dessas informações e pesquisar os intermediários e as ligações cruzadas em nossas vidas. Veremos como o mundo é pequeno mesmo!