sexta-feira, 12 de julho de 2019


Luminarium

Momentos mágicos existem e já vivi muitos. O congresso Luminarium foi o mais recente e um dos mais significativos em minha vida espiritual. Há mais de trinta anos participo da área holística através de mestres e ensinamentos que mudaram minha vida. Quem me conhece sabe do que estou falando. Quem não participa de minha história pessoal, simplesmente acredite. Foi um caminho de garimpo pessoal para lapidar minhas pedras preciosas pessoais e ajudar a muitas pessoas – alunos e consulentes – a fazerem o mesmo. Sabíamos que um dia ciência e espiritualidade caminhariam juntas na busca de uma vida melhor para os homens do nosso planeta. O que não imaginei é que participaria desse momento ainda em vida. O Luminarium me mostrou que já chegamos lá. Médicos, PHDs, cientistas de várias áreas, estudiosos, médiuns palestraram por três dias e sua linguagem era comum – é preciso considerar o invisível na cura dos indivíduos. Estes fenômenos que acrescentam à medicina um amplo espectro de atuação se dão no campo quântico e agora é aceito como a complementação da tecnologia e dos avanços clínicos e cirúrgicos. Chegamos ao limiar da visão holística onde tudo converge para um estado de equilíbrio entre emoções, alimentação saudável, cuidados físicos e espiritualidade. E qual o principal instrumento para atingir o campo quântico e desfrutar da Luz que o Universo nos oferece? A resposta unânime de todos os palestrantes: a MEDITAÇÃO! Só ela abre as portas do cosmos para nossos corações se conectarem com o AMOR. Então, vamos meditar, um método ao alcance de todos, está na internet, em grupos de apoio e aprendizado. Depois de internalizado, o melhor de tudo; é gratuito para o resto da vida.

Novo site

Sincronicamente vivo mais algumas experiências pessoais de transformação. Agora, totalmente dedicada aos trabalhos holísticos, razão maior de minha vida, reformei meu site com a empresa de ex-alunos competentes – Observatorio cria – o que me deu muito orgulho, satisfação e a certeza que a vida é um eterno retorno. Quem semeia colhe. Priscilla, Augusto e Marcel fizeram um trabalho impecável com um carinho especial que ressoa como retribuição ao tempo acadêmico que compartilhamos. Estamos ombro a ombro na jornada da vida. Este é o melhor prêmio que um professor pode receber. O site está na internet e no celular. Basta acessar cristinagurjao.com.br. Navegue por lá e me procure ao se interessar por meus serviços. Deixe uma mensagem nos contato para eu saber o que achou. Vou ficar feliz.

Vida literária

Ao mesmo tempo, retornei à vida literária e estou com um novo livro já em fase de diagramação para lançamento em breve. É fruto de uma pesquisa de quinze anos que agora se consolidou numa obra inédita. Só vou dizer que é um livro sobre tarô. O resto é surpresa. Aguardem.


sexta-feira, 15 de março de 2019

Explosão energética do Sol dia 21 de março


















Tenho recebido vários vídeos de canais espirituais do you tube falando da explosão solar que acontecerá no dia 21 de março, próxima quinta-feira. Todos relatam uma grande emanação de fótons que virá de Alcione – Sol central das Plêiades – atingindo o nosso Sol e se expandindo para a Terra num tubo de luz violeta.  As mensagens falam de um momento de mudança energética no planeta, nos preparando para a vivência da quinta dimensão – um processo espiritual.

Há, é claro, o pessoal catastrófico que fala de três dias de escuridão, pois a emanação afetará as comunicações do nosso planeta causando um grande caos. Não acredito nisso. Em trinta anos de vida espiritual já ouvi essa previsão umas dez vezes, sem concretização. Onde há luz, há sombra. O medo é o instrumento do desamor. Num momento de provável iluminação o lado negro da força tem que agir para apavorar e confundir as energias do bem.

Muitos me perguntam o que fazer, então? Se vem uma onda de luz para nos transformar, temos que estar abertos a ela. Dia 21 é momento de estar em paz, em conexão com nossos mestres espirituais encarnados e desencarnados. É bom rezar, ficar recolhido, meditar, expandir o amor e a felicidade por participar de um momento tão especial.

Se acredito? Sempre creio no invisível, nas transformações positivas, na atuação do cosmos em nossas vidas. Somos unos com o Universo. Tudo é uma questão de frequência, basta saber sintonizar. O que importa se é verdade, ou mentira? Que mal fará parar e aproveitar o que estão anunciando se é para nossa evolução?

No entanto, não pude deixar de pensar na teoria do Cinturão de Fótons que descrevo em meu livro “A Grande Luz”, de 1999. Ela fala de nossa conexão com a constelação das Plêiades e da entrada em sua vibração.

Para os que se interessarem aí vai o trecho do livro (que está esgotado mas disponível em vários sebos on-line):  

A teoria do Cinturão de Fótons é baseada em estudos de antigos e secretos documentos esotéricos, de registros xamânicos – dos índios americanos, maias, aztecas e incas – de pesquisas de alguns astrônomos e de canalização – técnica na qual espíritos superiores se comunicam com os humanos por meio de intuição, telepatia, psicografia, linguagem verbal, e até mesmo incorporação.  Segundo essas fontes o sistema solar pertence, com mais seis estrelas – Atlas, Coele, Taygeta, Electra, Maya e Merope – ao aglomerado das Plêiades que tem na estrela Alcyone, seu Sol central. Isso quer dizer que todas essas estrelas, com seus supostos sistemas planetários e luas orbitam em volta dessa estrela mãe. Em torno de Alcyone há um grande anel, perpendicular às órbitas das outras estrelas – o Cinturão de Fótons. Todos os astros do sistema das Plêiades passam por esse anel, duas vezes, em cada volta de suas órbitas. Esses giros têm distâncias e duração variadas para cada estrela, mas o tempo de permanência dentro do Cinturão é o mesmo para todas – aproximadamente dois mil anos terrestres.O nosso sistema planetário leva 26 mil anos contornando Alcyone. Cada meia volta tem treze mil anos, dos quais dois mil são vividos dentro do Cinturão. Os onze mil anos em que ficamos fora do anel são chamados de "noite galáctica". Quando entramos dentro do Cinturão de Fótons, atingimos uma vibração diferente que corresponde à "Era da Luz", um tempo de consciência e iluminação. Portanto vivemos dois ciclos de luz/sombra em cada órbita completa em torno da estrela mãe Alcyone. De acordo com algumas profecias – principalmente o Calendário Maia – o sistema solar está saindo de um desses períodos de onze mil anos de escuridão e se dirigindo para o Cinturão. Desde 1987, já estamos sob a influência dessa luminosidade. De 1998 até 2012, o Sol e seus planetas vão entrar e sair das bordas do Cinturão de Fótons. Dali em diante, permanecem nele pelos próximos dois mil anos.O Cinturão de Fótons é composto de três segmentos: duas zonas nulas – na entrada e na saída – e uma faixa principal. Nas zonas nulas partículas de matéria e antimatéria estão colidindo para formar o imenso fluxo de fótons. Um fótum é um quantum de luz, ou o menor pedacinho de luz encontrado num comprimento de onda. Ele é emitido por um átomo durante a transição de um estado de energia para outro. Uma faixa composta de fótons é uma região onde uma fortíssima energia está se manifestando. Esses fótons provocam uma excitação fora do normal nos átomos e moléculas de todos os corpos por ele atingidos. A Terra e todo o Sistema Solar estão, atualmente, bem próximos da zona nula da entrada do Cinturão. Essa proximidade é responsável por modificações na atmosfera e em nosso meio ambiente – aumento de atividades sísmicas e vulcânicas, tornados, enchentes, buraco na camada de ozônio, aumento das atividades solares e variações climáticas como frio e calor excessivosViveremos fenômenos nunca vistos na entrada da zona nula e do segmento principal. Primeiro ocorrerá um estranho período de escuridão seguido por uma luminosidade extraordinária. Nosso sistema de eletricidade será interrompido até que passemos a aproveitar a nova fonte de energia gratuita fornecida pelos fótons. Enquanto isso, o frio provocado pela escuridão dará início a uma pequena idade glacial que poderá alterar o eixo da Terra.Ao alcançarmos o campo principal – onde ficaremos por dois mil anos – vivenciaremos a "Idade da Luz". O céu mostrará as estrelas de uma forma nunca vista. Nesse momento tudo será diferente. Pessoas, animais e plantas, atingidos pela transformação dos fótons, mudarão da terceira, para a quarta e a quinta dimensões.Depois desses dois mil anos, passamos pela zona nula do outro lado da faixa até sairmos dela e voltarmos à "noite galáctica".

Não é sincrônico? Quem viver verá...



segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Uma carta para o segundo turno



O Louco – arcano zero
 

Significado da carta

Esta carta representa o Novo. O que ainda não vivemos e precisamos de coragem para enfrentar. Ela é pacífica, jovial, leve, porém simplista. Não necessitamos de muitos elementos para trilhar caminhos inéditos. Um saquinho nos ombros com poucos pertences, uma flor na mão e um cão fiel como companheiro para alegrar a jornada. À nossa frente um precipício a nos desafiar. O que há lá embaixo? Vou cair, me machucar, ficar cansado? Incógnitas. Não nos é dado saber agora. É preciso tomar a atitude, dar o primeiro passo, iniciar a nova trajetória com coragem, otimismo, ter fé, confiar. Pular o abismo do desconhecido com desapego ao estável. Há neste arcano um grande sol a nos iluminar. Ele nos ajuda a reforçar as crenças de que existe uma energia maior tomando conta de nossas decisões. Portanto, avançar é preciso.

Pular o abismo

(...) “Repetidas vezes me vi na beira do penhasco e muitas vezes atirei-me daquela borda, mergulhando no ar fino do desconhecido com total abandono. ...Recomendo enfaticamente saltar no abismo como a única maneira de se viver. ...É a vida criada não a partir dos pressupostos comuns gerados pelas estreitas opiniões de nossa mente, mas, em vez disso, a partir das possibilidades extraordinárias e dos panoramas inimaginavelmente amplos da Grande Mente. ...Os princípios cardeais sobre os quais baseia-se a vida que está sempre saltando no abismo são confiança e capacidade de entrega: na realidade elas são a mesma coisa. Para nos entregar precisamos confiar. Repetidas vezes me vi na beira do penhasco e muitas vezes atirei-me daquela borda, mergulhando no ar fino do desconhecido com total abandono. Para nos entregar precisamos confiar; para confiar, precisamos nos entregar. ... Esse salto iniciático representa uma mudança radical de vida e, antes que possamos percebê-lo, estamos viciados em saltar no abismo.”*

Um desejo

Este é um momento difícil para nós brasileiros. A dualidade nos desafia. Que todos possamos encontrar o nosso caminho pessoal para saltar no abismo nestas três semanas que antecedem o terceiro turno.

**MADA, Isana. Um chamado à grandeza: uma jornada espiritual de autodescoberta e de autoexpressão. S.P: Cultrix, 1994


Uma carta para o segundo turno


 
  




 











* *MADA, Isana. Um chamado à grandeza: uma jornada espiritual de autodescoberta e de autoexpressão. S.P: Cultrix, 1994

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Do meu caderno de pensamentos






Imprevistos são testes para a manutenção da fé, autoconfiança e ligação com o espírito. Eles apenas nos mostram desvios de rotas e nos alertam para situações que não estávamos enxergando. Talvez haja algo ainda obscuro que vai ser clareado. Diante disso é preciso parar, reconectar, refletir e decidir.  Enfrentar a realidade nua e crua. Lidar com os conflitos Posicionar-se e seguir em frente de cabeça erguida. Próximo passo: enterrar o passado, queimar seus restos numa fogueira. Eliminar os resíduos do tempo. Deletar arquivos. Viver o presente passo a passo. Deixar girar a roda!

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O ego é circunstancial e frágil. Portanto, quando estamos em crise, não somos a crise. Nossa essência espiritual é imune a crises. Ao nos religarmos a ela superamos todas as intempéries e voltamos a ser perfeitos. Reconhecer a fraqueza emocional do ego é um grande passo para a cura.

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Voltar ao início é o ciclo da vida. É como retornar ao ponto ômega. Reviver o nascimento é percorrer o caminho com a sabedoria adquirida nas jornadas anteriores. Cada passo será enriquecido por decisões firmes e nítidas.  Basta reconhecer erros e acertos e enxergar o equilíbrio neste balanço. Nunca repetir as mesmas indecisões, vacilos e mentiras. Buscar o que nosso coração suporta, pois ele deve ser o regente de nossa vontade. Só o coração conhece nossas verdades mais profundas. Ao contrariar o seu caminho não chegamos a lugar nenhum.

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 Acordei e o mestre me disse “Pense em suas metas e desejos. Eles a impulsionam para o crescimento. Seja livre e independente. Voe como a águia, abra os braços para o mundo!”

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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Vá em paz 2017!


O que dizer do ano que está terminando? 365 dias de grandes aprendizados. Na política, na economia, na vida, na espiritualidade. Difícil! Muitas revelações, rompimentos, mudanças. Grandes tentativas de manutenção do status quo, embora tudo esteja desmoronando aos nossos olhos. Na Bíblia está escrito que é preciso separar o joio do trigo. Acho que já começamos. Os véus caem e todos nos olhamos como somos verdadeiramente. Isto causa separações entre partidários políticos, religiosos, entre amigos e nas famílias – este, o núcleo mais doloroso dos rompimentos.

Ao longo do ano, em meu consultório holístico, através das consultas de mapas e tarôs, pude constatar a enorme desagregação familiar e o espanto das pessoas com novas e inesperadas situações. Urano e Saturno em suas posições astrológicas atuais são os grandes responsáveis por puxar os véus e mostrar as diferenças, mentiras, fingimentos e falsidades que nos cercam. Já sabíamos de tudo isso, mas não queríamos ver. Porém, agora não dá mais tempo para concessões. Enxergamos, ou enxergamos. Não há o caminho do meio. E Xangô – o orixá da justiça – está aí regendo o ano.

A palavra mais importante do ano, diante de todas essas cisões, foi perdão. O que é perdoar? Estamos preparados para isso? Li muito a respeito. Consultei várias fontes espirituais e encontrei duas vivências que mais se aproximam do que penso. A primeira foi em um episódio da segunda temporada do excelente seriado The Crown. A segunda num post do facebook.  
No seriado, diante do impasse de ter de perdoar o tio – Rei Eduardo VIII que renunciara ao poder para casar com Wallis Simpson – a rainha Elizabeth II consulta o reverendo Bill Graham sobre o perdão. Ele responde que o perdão é uma exigência de Deus para os cristãos. Todos que seguem a Bíblia têm que praticá-lo. Ela insiste perguntando se isso não for possível, o que fazer? E o pastor diz: “Se não pudermos perdoar, pedimos perdão a Deus por esta falha. Em seguida devemos rezar por nossos ofensores”. 

No Facebook  conheci a tradição de um povo africano que diante dos erros de cada um de seus indivíduos se reúne em torno da pessoa e mostra suas melhores qualidades. Isso faz com que a pessoa se reconheça como boa e se reconecte com sua essência. A comunidade enxerga os erros como um grito de socorro. O esforço é fazer com que ele se reconecte com sua essência. Quando ele diz “ Eu sou bom”  que corresponde a Sawabona – Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante para mim” – a tribo responde Shikoba – Então eu existo para você.

No primeiro caso, reconhecer a impossibilidade do perdão é humano e rezar para o oponente um gesto de compaixão. Em relação ao ritual africano, reside minha principal questão com o perdão – o reconhecimento do erro. Quando isso ocorre, para mim, o perdão é instantâneo. De que vale perdoar alguém que não quer ter consciência do que fez e vai continuar repetindo o mesmo padrão?

Enfim, vou continuar refletindo sobre o perdão em 2018. Acho que esse é o caminho para conviver com a dualidade dessa época tão conturbada dos inícios do terceiro milênio.  Que a força esteja conosco, guerreiros das estrelas!


Feliz 2018!

sábado, 28 de outubro de 2017

Ouvir o coração



Um caminho para a autocura emocional

O mundo vive um momento conturbado neste início de milênio. Vários problemas causados por mudanças drásticas nas instituições desestabilizam o ser humano. A volubilidade do capitalismo e do sistema financeiro nos coloca diante da fragilidade do dinheiro no mundo contemporâneo. As guerras étnicas, religiosas e territoriais na Ásia, África e Europa denunciam situações de confronto ainda não resolvidas. A violência nos grandes centros urbanos revela o choque provocado pelo aumento populacional que gera conflitos entre as pessoas. As soluções encontradas para vivenciar essas crises estão nos medicamentos tranqüilizantes, no álcool, no fumo e, mais dramaticamente, nas drogas pesadas.
                                                                             
Será que existe cura para a humanidade? Como vivenciar esses tumultuados momentos e, ao mesmo tempo, manter a harmonia? Em meio à turbulência, a humanidade procura alternativas para a crise existencial. A matéria já não satisfaz nossos desejos, não preenche nosso vazio e não nos traz felicidade. Cada vez mais pessoas buscam a espiritualidade como um caminho de autocura, pois é ela que nos permite o autoconhecimento emocional. Quando cada indivíduo encontrar a felicidade dentro de si mesmo, atingirá a cura pessoal e estará dando um poderoso passo para a cura do planeta. Mas o barulho em que vivemos, não nos deixa entrar em contato com nosso deus interior. É preciso parar para ouvir a voz do coração, pois é lá que mora a essência divina.

Depois que encontramos um caminho espiritual e começamos a trilhá-lo, ganhamos força para trabalhar e transformar o emocional. A partir desse momento dispomos de vários instrumentos de ajuda. A meditação, as terapias alternativas, a astrologia, o tarô e muitos outros elementos de ativação da intuição e de nosso campo sutil são, sem dúvida, excelentes coadjuvantes do processo de autocura emocional. Mas nenhum deles faz nada sozinho. Não existem métodos mágicos. Não há nada que resolva um desequilíbrio emocional sem que haja consciência e desejo de transformação interior.