segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Uma carta para o segundo turno



O Louco – arcano zero
 

Significado da carta

Esta carta representa o Novo. O que ainda não vivemos e precisamos de coragem para enfrentar. Ela é pacífica, jovial, leve, porém simplista. Não necessitamos de muitos elementos para trilhar caminhos inéditos. Um saquinho nos ombros com poucos pertences, uma flor na mão e um cão fiel como companheiro para alegrar a jornada. À nossa frente um precipício a nos desafiar. O que há lá embaixo? Vou cair, me machucar, ficar cansado? Incógnitas. Não nos é dado saber agora. É preciso tomar a atitude, dar o primeiro passo, iniciar a nova trajetória com coragem, otimismo, ter fé, confiar. Pular o abismo do desconhecido com desapego ao estável. Há neste arcano um grande sol a nos iluminar. Ele nos ajuda a reforçar as crenças de que existe uma energia maior tomando conta de nossas decisões. Portanto, avançar é preciso.

Pular o abismo

(...) “Repetidas vezes me vi na beira do penhasco e muitas vezes atirei-me daquela borda, mergulhando no ar fino do desconhecido com total abandono. ...Recomendo enfaticamente saltar no abismo como a única maneira de se viver. ...É a vida criada não a partir dos pressupostos comuns gerados pelas estreitas opiniões de nossa mente, mas, em vez disso, a partir das possibilidades extraordinárias e dos panoramas inimaginavelmente amplos da Grande Mente. ...Os princípios cardeais sobre os quais baseia-se a vida que está sempre saltando no abismo são confiança e capacidade de entrega: na realidade elas são a mesma coisa. Para nos entregar precisamos confiar. Repetidas vezes me vi na beira do penhasco e muitas vezes atirei-me daquela borda, mergulhando no ar fino do desconhecido com total abandono. Para nos entregar precisamos confiar; para confiar, precisamos nos entregar. ... Esse salto iniciático representa uma mudança radical de vida e, antes que possamos percebê-lo, estamos viciados em saltar no abismo.”*

Um desejo

Este é um momento difícil para nós brasileiros. A dualidade nos desafia. Que todos possamos encontrar o nosso caminho pessoal para saltar no abismo nestas três semanas que antecedem o terceiro turno.

**MADA, Isana. Um chamado à grandeza: uma jornada espiritual de autodescoberta e de autoexpressão. S.P: Cultrix, 1994


Uma carta para o segundo turno


 
  




 











* *MADA, Isana. Um chamado à grandeza: uma jornada espiritual de autodescoberta e de autoexpressão. S.P: Cultrix, 1994

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Do meu caderno de pensamentos






Imprevistos são testes para a manutenção da fé, autoconfiança e ligação com o espírito. Eles apenas nos mostram desvios de rotas e nos alertam para situações que não estávamos enxergando. Talvez haja algo ainda obscuro que vai ser clareado. Diante disso é preciso parar, reconectar, refletir e decidir.  Enfrentar a realidade nua e crua. Lidar com os conflitos Posicionar-se e seguir em frente de cabeça erguida. Próximo passo: enterrar o passado, queimar seus restos numa fogueira. Eliminar os resíduos do tempo. Deletar arquivos. Viver o presente passo a passo. Deixar girar a roda!

 *****

O ego é circunstancial e frágil. Portanto, quando estamos em crise, não somos a crise. Nossa essência espiritual é imune a crises. Ao nos religarmos a ela superamos todas as intempéries e voltamos a ser perfeitos. Reconhecer a fraqueza emocional do ego é um grande passo para a cura.

*****
 
Voltar ao início é o ciclo da vida. É como retornar ao ponto ômega. Reviver o nascimento é percorrer o caminho com a sabedoria adquirida nas jornadas anteriores. Cada passo será enriquecido por decisões firmes e nítidas.  Basta reconhecer erros e acertos e enxergar o equilíbrio neste balanço. Nunca repetir as mesmas indecisões, vacilos e mentiras. Buscar o que nosso coração suporta, pois ele deve ser o regente de nossa vontade. Só o coração conhece nossas verdades mais profundas. Ao contrariar o seu caminho não chegamos a lugar nenhum.

*****
 
 Acordei e o mestre me disse “Pense em suas metas e desejos. Eles a impulsionam para o crescimento. Seja livre e independente. Voe como a águia, abra os braços para o mundo!”

*****

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Vá em paz 2017!


O que dizer do ano que está terminando? 365 dias de grandes aprendizados. Na política, na economia, na vida, na espiritualidade. Difícil! Muitas revelações, rompimentos, mudanças. Grandes tentativas de manutenção do status quo, embora tudo esteja desmoronando aos nossos olhos. Na Bíblia está escrito que é preciso separar o joio do trigo. Acho que já começamos. Os véus caem e todos nos olhamos como somos verdadeiramente. Isto causa separações entre partidários políticos, religiosos, entre amigos e nas famílias – este, o núcleo mais doloroso dos rompimentos.

Ao longo do ano, em meu consultório holístico, através das consultas de mapas e tarôs, pude constatar a enorme desagregação familiar e o espanto das pessoas com novas e inesperadas situações. Urano e Saturno em suas posições astrológicas atuais são os grandes responsáveis por puxar os véus e mostrar as diferenças, mentiras, fingimentos e falsidades que nos cercam. Já sabíamos de tudo isso, mas não queríamos ver. Porém, agora não dá mais tempo para concessões. Enxergamos, ou enxergamos. Não há o caminho do meio. E Xangô – o orixá da justiça – está aí regendo o ano.

A palavra mais importante do ano, diante de todas essas cisões, foi perdão. O que é perdoar? Estamos preparados para isso? Li muito a respeito. Consultei várias fontes espirituais e encontrei duas vivências que mais se aproximam do que penso. A primeira foi em um episódio da segunda temporada do excelente seriado The Crown. A segunda num post do facebook.  
No seriado, diante do impasse de ter de perdoar o tio – Rei Eduardo VIII que renunciara ao poder para casar com Wallis Simpson – a rainha Elizabeth II consulta o reverendo Bill Graham sobre o perdão. Ele responde que o perdão é uma exigência de Deus para os cristãos. Todos que seguem a Bíblia têm que praticá-lo. Ela insiste perguntando se isso não for possível, o que fazer? E o pastor diz: “Se não pudermos perdoar, pedimos perdão a Deus por esta falha. Em seguida devemos rezar por nossos ofensores”. 

No Facebook  conheci a tradição de um povo africano que diante dos erros de cada um de seus indivíduos se reúne em torno da pessoa e mostra suas melhores qualidades. Isso faz com que a pessoa se reconheça como boa e se reconecte com sua essência. A comunidade enxerga os erros como um grito de socorro. O esforço é fazer com que ele se reconecte com sua essência. Quando ele diz “ Eu sou bom”  que corresponde a Sawabona – Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante para mim” – a tribo responde Shikoba – Então eu existo para você.

No primeiro caso, reconhecer a impossibilidade do perdão é humano e rezar para o oponente um gesto de compaixão. Em relação ao ritual africano, reside minha principal questão com o perdão – o reconhecimento do erro. Quando isso ocorre, para mim, o perdão é instantâneo. De que vale perdoar alguém que não quer ter consciência do que fez e vai continuar repetindo o mesmo padrão?

Enfim, vou continuar refletindo sobre o perdão em 2018. Acho que esse é o caminho para conviver com a dualidade dessa época tão conturbada dos inícios do terceiro milênio.  Que a força esteja conosco, guerreiros das estrelas!


Feliz 2018!

sábado, 28 de outubro de 2017

Ouvir o coração



Um caminho para a autocura emocional

O mundo vive um momento conturbado neste início de milênio. Vários problemas causados por mudanças drásticas nas instituições desestabilizam o ser humano. A volubilidade do capitalismo e do sistema financeiro nos coloca diante da fragilidade do dinheiro no mundo contemporâneo. As guerras étnicas, religiosas e territoriais na Ásia, África e Europa denunciam situações de confronto ainda não resolvidas. A violência nos grandes centros urbanos revela o choque provocado pelo aumento populacional que gera conflitos entre as pessoas. As soluções encontradas para vivenciar essas crises estão nos medicamentos tranqüilizantes, no álcool, no fumo e, mais dramaticamente, nas drogas pesadas.
                                                                             
Será que existe cura para a humanidade? Como vivenciar esses tumultuados momentos e, ao mesmo tempo, manter a harmonia? Em meio à turbulência, a humanidade procura alternativas para a crise existencial. A matéria já não satisfaz nossos desejos, não preenche nosso vazio e não nos traz felicidade. Cada vez mais pessoas buscam a espiritualidade como um caminho de autocura, pois é ela que nos permite o autoconhecimento emocional. Quando cada indivíduo encontrar a felicidade dentro de si mesmo, atingirá a cura pessoal e estará dando um poderoso passo para a cura do planeta. Mas o barulho em que vivemos, não nos deixa entrar em contato com nosso deus interior. É preciso parar para ouvir a voz do coração, pois é lá que mora a essência divina.

Depois que encontramos um caminho espiritual e começamos a trilhá-lo, ganhamos força para trabalhar e transformar o emocional. A partir desse momento dispomos de vários instrumentos de ajuda. A meditação, as terapias alternativas, a astrologia, o tarô e muitos outros elementos de ativação da intuição e de nosso campo sutil são, sem dúvida, excelentes coadjuvantes do processo de autocura emocional. Mas nenhum deles faz nada sozinho. Não existem métodos mágicos. Não há nada que resolva um desequilíbrio emocional sem que haja consciência e desejo de transformação interior.


Ouvir o coração



Um caminho para a autocura emocional

O mundo vive um momento conturbado neste início de milênio. Vários problemas causados por mudanças drásticas nas instituições desestabilizam o ser humano. A volubilidade do capitalismo e do sistema financeiro nos coloca diante da fragilidade do dinheiro no mundo contemporâneo. As guerras étnicas, religiosas e territoriais na Ásia, África e Europa denunciam situações de confronto ainda não resolvidas. A violência nos grandes centros urbanos revela o choque provocado pelo aumento populacional que gera conflitos entre as pessoas. As soluções encontradas para vivenciar essas crises estão nos medicamentos tranqüilizantes, no álcool, no fumo e, mais dramaticamente, nas drogas pesadas.
Será que existe cura para a humanidade? Como vivenciar esses tumultuados momentos e, ao mesmo tempo, manter a harmonia? Em meio à turbulência, a humanidade procura alternativas para a crise existencial. A matéria já não satisfaz nossos desejos, não preenche nosso vazio e não nos traz felicidade. Cada vez mais pessoas buscam a espiritualidade como um caminho de autocura, pois é ela que nos permite o autoconhecimento emocional. Quando cada indivíduo encontrar a felicidade dentro de si mesmo, atingirá a cura pessoal e estará dando um poderoso passo para a cura do planeta. Mas o barulho em que vivemos, não nos deixa entrar em contato com nosso deus interior. É preciso parar para ouvir a voz do coração, pois é lá que mora a essência divina.
Depois que encontramos um caminho espiritual e começamos a trilhá-lo, ganhamos força para trabalhar e transformar o emocional. A partir desse momento dispomos de vários instrumentos de ajuda. A meditação, as terapias alternativas, a astrologia, o tarô e muitos outros elementos de ativação da intuição e de nosso campo sutil são, sem dúvida, excelentes coadjuvantes do processo de autocura emocional. Mas nenhum deles faz nada sozinho. Não existem métodos mágicos. Não há nada que resolva um desequilíbrio emocional sem que haja consciência e desejo de transformação interior.


Ouvir o coração



Um caminho para a autocura emocional

O mundo vive um momento conturbado neste início de milênio. Vários problemas causados por mudanças drásticas nas instituições desestabilizam o ser humano. A volubilidade do capitalismo e do sistema financeiro nos coloca diante da fragilidade do dinheiro no mundo contemporâneo. As guerras étnicas, religiosas e territoriais na Ásia, África e Europa denunciam situações de confronto ainda não resolvidas. A violência nos grandes centros urbanos revela o choque provocado pelo aumento populacional que gera conflitos entre as pessoas. As soluções encontradas para vivenciar essas crises estão nos medicamentos tranqüilizantes, no álcool, no fumo e, mais dramaticamente, nas drogas pesadas.
Será que existe cura para a humanidade? Como vivenciar esses tumultuados momentos e, ao mesmo tempo, manter a harmonia? Em meio à turbulência, a humanidade procura alternativas para a crise existencial. A matéria já não satisfaz nossos desejos, não preenche nosso vazio e não nos traz felicidade. Cada vez mais pessoas buscam a espiritualidade como um caminho de autocura, pois é ela que nos permite o autoconhecimento emocional. Quando cada indivíduo encontrar a felicidade dentro de si mesmo, atingirá a cura pessoal e estará dando um poderoso passo para a cura do planeta. Mas o barulho em que vivemos, não nos deixa entrar em contato com nosso deus interior. É preciso parar para ouvir a voz do coração, pois é lá que mora a essência divina.
Depois que encontramos um caminho espiritual e começamos a trilhá-lo, ganhamos força para trabalhar e transformar o emocional. A partir desse momento dispomos de vários instrumentos de ajuda. A meditação, as terapias alternativas, a astrologia, o tarô e muitos outros elementos de ativação da intuição e de nosso campo sutil são, sem dúvida, excelentes coadjuvantes do processo de autocura emocional. Mas nenhum deles faz nada sozinho. Não existem métodos mágicos. Não há nada que resolva um desequilíbrio emocional sem que haja consciência e desejo de transformação interior.