A partir de hoje, a conferência “Rio + 20” discute a questão ecológica e a sobrevivência do planeta no plano científico, político, econômico, social, entre outros. É preciso enxergar também o lado espiritual, o único em que como cidadãos do mundo, podemos atuar individualmente. O momento que o planeta vive, ameaçado de destruição por desequilíbrios climáticos provocados pela ação predatória do homem, não é uma novidade para o planeta Terra. Em outros momentos Gaia já precisou se sacudir para sobreviver.
Edgar Cayce (1877 – 1945), "o profeta adormecido", um dos maiores médiuns americanos – que através de autotranse hipnótico fazia diagnósticos e leituras do corpo das pessoas e praticava a cura e também fez leituras da história da Terra – diz que houve um momento no planeta, há aproximadamente 54 mil anos, que representantes de todas as raças existentes – amarela, marrom, negra, vermelha e branca –, se reuniram para combater animais monstruosos que ameaçavam a vida dos humanos. Estas informações estão em seu livro (ainda não traduzido no Brasil), “Story of the origin and destiny of man”, editora “Lytle Robinson”, e não são aceitas pela história oficial, apenas pelos meios esotéricos e espiritualistas. Cayce conta que todos os esforços envidados foram positivos e os monstros destruídos. No entanto, os homens passaram a possuir armas poderosas e começaram a guerrear entre si. A partir daí iniciou-se um ciclo de grandes catástrofes que se abateram sobre a terra e que eliminaram algumas civilizações, até hoje não recuperadas historicamente, e conhecidas apenas através de literaturas esotéricas, como Lemúria e Atlântida.
Nas leituras de Cayce, o primeiro cataclismo (há cerca de 50 mil anos) foi provocado, entre outras causas, pelo uso indevido dessas substâncias e armas químicas, em Lemúria. Eles lidaram com o solo de forma adiantadíssima e adquiriram conhecimentos de grãos e alimentos que lhes trouxeram riquezas incomparáveis. Quando veio a catástrofe, parte de Lemúria (no Pacífico) foi destruída e Atlântida (no Atlântico Norte) fragmentou-se em cinco ilhas.
Cayce continua narrando que a terra se recuperou e pouco a pouco surgiram novas civilizações e núcleos de poder em vários pontos do mundo. Porém, o ego humano foi invadido de vaidades, orgulhos e falsos valores e a crise moral se instalou. A limpeza veio pela água, como conta a Bíblia. É o segundo cataclismo, em torno de 28 mil aC, o dilúvio bíblico que acabou definitivamente com Lemúria e reduziu Atlântida a apenas uma ilha.
O profeta adormecido narra que mais uma chance foi dada ao planeta e Atlântida atingiu seu apogeu. À sabedoria iniciática acrescentou-se alto desenvolvimento tecnológico como nunca se viu até hoje. Os Atlantas tinham comunicações extraterrestres e com eles adquiriram conhecimentos da energia cósmica-estelar e do uso dos cristais. Os imensos cristais de quartzo branco, silos de energia controlados pela mente humana, atingiam cerca de trinta metros. Os veículos polivalentes circulavam pela terra, água e ar. Não havia privações. Dessa vez, o mau uso da tecnologia foi o responsável pela destruição. O último afundamento de Atlântida, cerca de 10 mil anos a.C., ocorreu de uma só vez, e o continente insular foi parar no fundo do oceano Atlântico.
Segundo os relatos de Cayce, os iniciados sacerdotes atlantas, avisados da catástrofe, fugiram para o Egito e repassaram tecnologia e conhecimentos para o povo continental que mais se aproximava de seu nível de conhecimentos. O planeta terra, mais uma vez, se recuperou. De lá para cá, já se passaram seis mil anos e a história se repete. Desta vez, mais rápido do que das outras, os habitantes do planeta conseguiram reunir as causas das três destruições anteriores – uso de química, vaidade humana e alta tecnologia – e estamos vivendo outros cataclismos. Efeito estufa, poluição, vulcões em erupção, ameaças de grandes terremotos, armas nucleares, egos enaltecidos, jogo de poder, mau uso da tecnologia. Tudo faz parte do ciclo de evolução espiritual do planeta e dos seres que o habitam – lemurianos, atlantas, egípcios – reencarnados com todos os conhecimentos anteriores acumulados.
Em 1992, governantes das mesmas raças citadas por Cayce se encontraram no Rio de Janeiro, na Eco 92, para tentar salvar o planeta. O tema discutido, ecologia e sustentabilidade foi espalhado por todo o planeta. Agora, vinte anos depois, precisamos constatar os avanços, avaliar os resultados. A complexidade do que se vai debater exige seriedade. Temos uma nova chance, outra vez no Rio de Janeiro. Por quê? Se não sabemos a resposta, devemos pelo menos aproveitar a oportunidade. Quem sabe o Cone Sul seja mesmo o centro da Nova Era?
A ecologia não é um tema separado, fora de nós. A verdadeira ecologia é interior, espiritual. Só uma postura de consciência interna traz aos indivíduos o desejo de preservar o que está em volta de si. Só mudando a consciência planetária alcançaremos outros planos e poderemos limpar o planeta, através da espiritualidade e seu maior instrumento: o autoconhecimento.
Vamos nos unir a todos os representantes de todas as nações da terra e mandar-lhes energia para que possam modificar os rumos do planeta Terra. É preciso não repetir a história contada por Edgar Cayce. Esta pode ser a nossa última chance.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Rio + 20 - Ecologia e espiritualidade
A partir de hoje, a conferência “Rio + 20” discute a questão ecológica e a sobrevivência do planeta no plano científico, político, econômico, social, entre outros. É preciso enxergar também o lado espiritual, o único em que como cidadãos do mundo, podemos atuar individualmente. O momento que o planeta vive, ameaçado de destruição por desequilíbrios climáticos provocados pela ação predatória do homem, não é uma novidade para o planeta Terra. Em outros momentos Gaia já precisou se sacudir para sobreviver.
Edgar Cayce (1877 – 1945), "o profeta adormecido", um dos maiores médiuns americanos – que através de autotranse hipnótico fazia diagnósticos e leituras do corpo das pessoas e praticava a cura e também fez leituras da história da Terra – diz que houve um momento no planeta, há aproximadamente 54 mil anos, que representantes de todas as raças existentes – amarela, marrom, negra, vermelha e branca –, se reuniram para combater animais monstruosos que ameaçavam a vida dos humanos. Estas informações estão em seu livro (ainda não traduzido no Brasil), “Story of the origin and destiny of man”, editora “Lytle Robinson”, e não são aceitas pela história oficial, apenas pelos meios esotéricos e espiritualistas. Cayce conta que todos os esforços envidados foram positivos e os monstros destruídos. No entanto, os homens passaram a possuir armas poderosas e começaram a guerrear entre si. A partir daí iniciou-se um ciclo de grandes catástrofes que se abateram sobre a terra e que eliminaram algumas civilizações, até hoje não recuperadas historicamente, e conhecidas apenas através de literaturas esotéricas, como Lemúria e Atlântida.
Nas leituras de Cayce, o primeiro cataclismo (há cerca de 50 mil anos) foi provocado, entre outras causas, pelo uso indevido dessas substâncias e armas químicas, em Lemúria. Eles lidaram com o solo de forma adiantadíssima e adquiriram conhecimentos de grãos e alimentos que lhes trouxeram riquezas incomparáveis. Quando veio a catástrofe, parte de Lemúria (no Pacífico) foi destruída e Atlântida (no Atlântico Norte) fragmentou-se em cinco ilhas.
Cayce continua narrando que a terra se recuperou e pouco a pouco surgiram novas civilizações e núcleos de poder em vários pontos do mundo. Porém, o ego humano foi invadido de vaidades, orgulhos e falsos valores e a crise moral se instalou. A limpeza veio pela água, como conta a Bíblia. É o segundo cataclismo, em torno de 28 mil aC, o dilúvio bíblico que acabou definitivamente com Lemúria e reduziu Atlântida a apenas uma ilha.
O profeta adormecido narra que mais uma chance foi dada ao planeta e Atlântida atingiu seu apogeu. À sabedoria iniciática acrescentou-se alto desenvolvimento tecnológico como nunca se viu até hoje. Os Atlantas tinham comunicações extraterrestres e com eles adquiriram conhecimentos da energia cósmica-estelar e do uso dos cristais. Os imensos cristais de quartzo branco, silos de energia controlados pela mente humana, atingiam cerca de trinta metros. Os veículos polivalentes circulavam pela terra, água e ar. Não havia privações. Dessa vez, o mau uso da tecnologia foi o responsável pela destruição. O último afundamento de Atlântida, cerca de 10 mil anos a.C., ocorreu de uma só vez, e o continente insular foi parar no fundo do oceano Atlântico.
Segundo os relatos de Cayce, os iniciados sacerdotes atlantas, avisados da catástrofe, fugiram para o Egito e repassaram tecnologia e conhecimentos para o povo continental que mais se aproximava de seu nível de conhecimentos. O planeta terra, mais uma vez, se recuperou. De lá para cá, já se passaram seis mil anos e a história se repete. Desta vez, mais rápido do que das outras, os habitantes do planeta conseguiram reunir as causas das três destruições anteriores – uso de química, vaidade humana e alta tecnologia – e estamos vivendo outros cataclismos. Efeito estufa, poluição, vulcões em erupção, ameaças de grandes terremotos, armas nucleares, egos enaltecidos, jogo de poder, mau uso da tecnologia. Tudo faz parte do ciclo de evolução espiritual do planeta e dos seres que o habitam – lemurianos, atlantas, egípcios – reencarnados com todos os conhecimentos anteriores acumulados.
Em 1992, governantes das mesmas raças citadas por Cayce se encontraram no Rio de Janeiro, na Eco 92, para tentar salvar o planeta. O tema discutido, ecologia e sustentabilidade foi espalhado por todo o planeta. Agora, vinte anos depois, precisamos constatar os avanços, avaliar os resultados. A complexidade do que se vai debater exige seriedade. Temos uma nova chance, outra vez no Rio de Janeiro. Por quê? Se não sabemos a resposta, devemos pelo menos aproveitar a oportunidade. Quem sabe o Cone Sul seja mesmo o centro da Nova Era?
A ecologia não é um tema separado, fora de nós. A verdadeira ecologia é interior, espiritual. Só uma postura de consciência interna traz aos indivíduos o desejo de preservar o que está em volta de si. Só mudando a consciência planetária alcançaremos outros planos e poderemos limpar o planeta, através da espiritualidade e seu maior instrumento: o autoconhecimento.
Vamos nos unir a todos os representantes de todas as nações da terra e mandar-lhes energia para que possam modificar os rumos do planeta Terra. É preciso não repetir a história contada por Edgar Cayce. Esta pode ser a nossa última chance.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Música para a alma
A música é um dos eficazes instrumentos para a elevação da alma. Os processos de relaxamento, meditação e estados alterados de consciência exigem música especial. É a chamada música new age , ou da nova era, que surgiu na década de 70, na Costa Oeste dos Estados Unidos. A música nova era atua diretamente no lado direito do cérebro. Algumas músicas orientais e outras clássicas também. É preciso não confundir a música nova era com a música muzak, também conhecida como música de elevador, piped music, weather music, ou lift music. São músicas instrumentais que possuem letra e neste caso, não há relaxamento, pois o cérebro lembra da letra de música e não se desliga.
A música nova era é excelente também para acompanhar trabalhos, leituras, planejamentos, projetos. Por ir diretamente ao cérebro, não interfere no campo consciente e cria um ambiente tranquilo e propício ao rendimento da atividade intelectual.
Na meditação, além de relaxar e induzir ao estado alfa, a música nova era tem a função de marcar o tempo. Ao entrarmos em estado alterado de consciência precisamos de referenciais para voltar à vibração normal. Quando a música acaba, sinaliza o momento do fim da meditação.
Alguns terapeutas holísticos também fazem uso da música nova era para ajudar o paciente a se desligar e se entregar ao processo de cura. É comum também este tipo de música em locais de trabalhos espirituais: fraternidades, centros kardecistas.
Raôul Duguay, cantor e compositor, ex-presidente da Associação de Música Nova Era de Quebec, diz que “a autêntica música da nova era procura sua fonte na visão que transforma a escuta. Somente o silêncio interior transforma verdadeiramente a pessoa e faz do ouvido um radar para o infinito. A música da nova era é uma respiração profunda e lenta, em harmonia com o ritmo natural, uma desaceleração da vida cotidiana, uma despoluição dos ouvidos”.
Que belo! Só de ler estas palavras dá vontade de se tornar adepto do gênero, não acham?
Sugestões de bons compositores de músicas nova era:
Aeolus
Andreas Wollenweider
Christaal
Deuter
Jean Pierre Rampal
Jon & Vangelis
Kitaro
Paul Horn
Ravi Shantar
Steven Halpern
Músicas clássicas que estabelecem harmonia com a alma:
Bach – Missa em si Menor
Beethoven – Abertura de Egmont/Missa Solene
Brahms – Concerto nº 1 para piano e orquestra
Debussy – toda a obra
Faure – Requiem
Haendel – Concerto para harpa
Mozart – Requiem
Ravel – Toda a obra
Schubert – Prelúdio a Rosamunde
Tchaikovsky – Último movimento da quinta sinfonia
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Consultas divinatórias
Muitas vezes as pessoas me dizem que não fazem consultas de tarô, numerologia e astrologia, pois têm medo de ouvir alguma coisa ruim. Isso me faz lembrar uma amiga que ao chegar ao consultório de um astrólogo foi logo dizendo: “Por favor, não me fale de morte!”. Em seguida ouviu como resposta: “Quem está trazendo a morte para cá é você!”. É isto mesmo, uma consulta energética capta o que o consulente traz para o campo do especialista: seus medos, ansiedades, inseguranças e também suas alegrias e bons fluidos. Chamo a isso de energias positivas e negativas. Todos nós as temos em nossa constituição energética, somos bipolares como tudo no universo. O importante é manter os dois polos em equilíbrio, pois é desse equilíbrio que surge a iluminação. Não é assim com os dois fios de uma tomada? Um é bom e outro é mau? Não, apenas positivo e negativo que unidos fazem circular a eletricidade que nos traz a luz.
Em minhas consultas, abro meu campo sutil para entrar em sintonia com a pessoa que estou consultando. Na interpretação do mapa, isto se faz por meio do simbolismo dos signos e astros retratados em sua mandala astral, através das casas. Quanto mais entro na leitura, mais identifico os pontos importantes a serem destacados. O resultado é uma análise de tendências que mostra ao cliente o que ele tem a potencializar, o que precisa equilibrar e os pontos que exigem maior atenção e cuidados. Já na leitura do tarô, o processo é o mesmo, porém os simbolismos são outros. O diagnóstico energético será feito pela leitura da combinação das cartas que se apresentam no jogo. Cada uma traz uma mensagem individual e um recado relacionado ao contexto das outras cartas que a cercam. Na numerologia, usamos o nome de nascimento, o apelido e a data de nascimento da pessoa para buscar as energias dos números e das cores que os acompanham para entender os recados que nos trazem.
O objetivo das consultas, através de qualquer simbolismo, é esclarecer as múltiplas possibilidades que o universo nos apresenta para vivermos nossa trajetória de vida. Sempre digo: “Isto está favorável. Vá por este caminho”, ou “Esta outra opção é menos favorecida. Caso a escolha viverá algumas dificuldades.” A decisão é individual, sempre regida pela soberania do livre arbítrio. A diferença é que ao enxergarmos as possibilidades energéticas estamos mais preparados para viver nossas escolhas.
A consulta divinatória nada mais é que a leitura de um campo invisível que se manifesta através de determinados simbolismos para o nosso crescimento espiritual. Portanto, nada de medo ou insegurança em relação a consultar as cartas, astrologia, numerologia, ou qualquer outra ferramenta da área sutil! O especialista usa os símbolos como intermediários de recados cósmicos positivos, ou negativos. E isso não tem nada a ver com coisas boas, ou más!
Bem, há também pessoas especiais que não precisam da intermediação dos símbolos. Elas apenas se conectam com a aura do consulente e vão falando o que captam. Já estive com alguns videntes assim. Não é o meu caso. Mas, quem sabe um dia chego lá?
terça-feira, 15 de maio de 2012
Aquário e Urano no mapa
Quando leio um mapa tenho especial atenção pelas posições do planeta Urano na mandala analisada. O porquê dessa preferência? A atual influência de Urano nas transformações do planeta. Regente do signo de Aquário e, portanto, da Era de Aquário, este planeta é o revelador do zodíaco. É impossível passar por um trânsito de Urano sem sair com novas visões. Ele puxa os véus da consciência e mostra o que está à nossa frente e não queremos enxergar. É o revelador do conhecido!
Outra característica do planeta é sua imprevisibilidade. Onde ele aparece no mapa – regendo uma casa, ou ocupando-a – não tente controlar nada! É ali que surgirão as situações inesperadas. E a única forma de contornar o imprevisto é através do anticonvencional. Não fosse ele o vanguardista do zodíaco. Esta é a característica que mais me atrai nos indivíduos com Urano em posições marcantes do mapa – Sol, ascendente, Lua e meio do céu – a capacidade de se superar, de reinventar a vida e se alegrar com ela. A possibilidade de quebrar padrões, mudar paradigmas, sem se importar com nada. Abaixo os julgamentos! É o lema dos uranianos. São criativos sem serem irresponsáveis. Loucos sem prejudicar ninguém. Adoram novidades. Ousados para o seu tempo. Empurram o mundo para frente sem olhar para trás.
Não é à toa que Urano é o patrono da informática, internet e todas as novas tecnologias digitais que invadem nossa vida na atualidade. Que venham as webs 2.0, 3.0, 4.0, ao infinito! Urano e Aquário estão aí pelos próximos dois mil anos.
É por isso que observo com atenção sua influência nos mapas que me caem nas mãos. Acredito que identificar as energias uranianas nos mapas que interpreto ajuda as pessoas a sintonizarem com as ondas e vibrações de nossa era. Além disso, também percebo que estas pessoas que vão ao encontro de uma leitura do mapa, que se interessam pelo invisível, por novas linguagens e suas mensagens têm Urano e Aquário em posições estratégicas. É isso mesmo, são seres da Era de Aquário e tenho carinho especial por elas. Adoro os aquarianos. Apesar de achar que gêmeos é o melhor signo do zodíaco (meu signo, é claro!), na próxima encarnação quero ser aquariana. Para isso, vivo intensamente minha meta marcada pelo meio do céu de meu mapa, em Aquário!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Sinal dos tempos
Domingo, 15 de abril de 2012, abro a porta para pegar o jornal e qual não é minha surpresa ao me deparar com uma manchete de primeira página com o título: “O inferno astral de Niterói”. Opa, essa é a minha praia! Quem terá sido o audacioso redator que usou esta metáfora? Curiosa e estabanada, com as folhas de “O Globo” despencando de minhas mãos, sento e corro para a página 21. Lá está a matéria e, pasmem, não era metáfora! A investida astrológica continua com o título: “Niterói sob a influência de Plutão, Urano e Netuno” e o insólito subtítulo: “Mapa ajuda a explicar inferno astral que a cidade vive desde a tragédia do Bumba até a eclosão da violência”. Para aumentar minha perplexidade, um mapa astral da cidade de Niterói ilustrava a matéria. Está lá, podem conferir em http://oglobo.globo.com/rio/niteroi-sob-influencia-de-plutao-urano-netuno-4649544 Não vou comentar o texto, nem entrar nos méritos da interpretação da competente astróloga consultada, Celisa Beranger. Assino embaixo de suas palavras. O que me chama a atenção é o tema, na capa de um dos mais importantes jornais do país e o tamanho da reportagem, de quase meia página na editoria Rio, da edição de domingo. Cheguei a pensar: “Isso é deboche!”. Estão querendo derrubar o prefeito, o governador, a Dilma, sei lá eu mais quem! Não é possível, astrologia como chamada de primeira página? A intenção não é boa... O que estão querendo dizer por trás dessas linhas? Voltou-me à mente a época da ditadura, quando as informações estavam escondidas nas previsões metereológicas. Recordei as voltas que dávamos nas redações para passar mensagens nas mais singelas materinhas de “talentos promissores”, artistas, músicos, escritores que por seu total anonimato podiam dizer palavras de liberdade e democracia sem que fôssemos censurados (eles e nós repórteres. Mas, uma voz falou mais forte em minha mente: “Pára Cristina, congela!”. Então me acalmei e lembrei que os tempos são outros. As pessoas, realmente, confiam (cada dia mais) em astrologia, tarô, numerologia e outras “artes invisíveis”. Se não acreditam, pelo menos acham que podem ser usadas como instrumento de denúncia de algumas negligências administrativas de políticos ineficientes... Já é um reconhecimento. Se as pessoas não explicam, quem sabe os astros podem elucidar os mistérios que nos rondam diariamente em nossa rotina de cidadãos? A verdade é que estão lá as respostas da astróloga para todos os percalços da coitada Niterói! E olha que Plutão, Netuno e Urano não são de brincadeira! Encará-los é coisa para cachorro grande. E vamos pôr as barbas de molho e procurar nossos astrólogos para saber por onde andam estes três poderosos planetas em nossos mapas e revoluções solares. Porém, na verdade, este acontecimento me deixou intrigada... Será que não terá chegado a hora de bater na porta da redação de O Globo e, depois de muitos anos, me candidatar novamente a uma vaga de repórter, desta vez, “astrológica”?
terça-feira, 27 de março de 2012
Querer viver ou querer se curar?
Mais uma vez vou pedir ajuda a uma excelente autora para tratar de um assunto muito sério: cura. Caroline Myss, em seu livro "Medicina Intuitiva" (Editora Cultrix)fala sobre a diferença entre "querer viver" e "querer se curar". Leiam com atenção, semana que vem comentamos. Por favor interajam!
Na maioria dos casos, a primeira reação ao diagnóstico de uma doença séria é: “eu quero viver”. Para a grande maioria, é incompreensível que alguém possa fazer uma escolha diferente. E, todavia, muitas pessoas têm pouca compreensão do vasto oceano de poder interno que separa a vontade de viver da vontade de se curar. A vontade de viver é uma reação à doença que tem origem na personalidade. É uma reação baseada no medo, capaz de produzir uma alma artificial e sentimentos passageiros de coragem. A afirmação “eu quero viver” é simplesmente uma outra forma de dizer “eu não quero morrer”, mas há um poder pouco autêntico presente na vontade de viver.
Querer se curar requer mais do que o desejo de não morrer. A vontade de se curar é um compromisso muito mais profundo com o processo de cura. Ele mostra a capacidade de entrar na jornada de completa transformação de si mesmo, sem concessões ou limitações.
A vontade de se curar é a capacidade de viver preparado para mudança e/ou para o desapego de tudo aquilo que não está contribuindo para o seu bem-estar interior. Nessa jornada de transformação não se pode ter nenhum tipo de comprometimento. Não é suficiente, por exemplo, liberar apenas parte da negatividade ou perdoar alguém apenas parcialmente. E não é suficiente a pessoa admitir que sabe o que precisa fazer e não agir para mudar. A doença floresce no adiamento e nas desculpas. A resposta mental para a cura – quando o indivíduo sabe o que tem que fazer, mas não toma nenhuma providência com relação a isso – é a vontade de viver em ação; em outras palavras, é apenas falar sobre o caminho para a cura, sem, no entanto, fazer alguma coisa a respeito
Curar requer transformação. E, por essa razão, dever-se-ia reconhecer que a cura é uma questão de coragem. Ela requer uma tremenda força interior para mudar padrões familiares de pensamento e de vida, especialmente quando se está fisicamente fraco. Ainda assim, aqueles que estão enfrentando uma doença devem compreender que a vontade de viver – referindo-se ao
desejo de não morrer – não resulta e nem pode resultar em saúde. Curar-se é um caminho de ação
segunda-feira, 19 de março de 2012
A carta da vez
O Julgamento
Mudam os meses, muda a energia. Agora é a vez do Julgamento. Carta difícil... Ela determina o fim de um ciclo. Algo que já foi elaborado, vivido e vai mudar. Normalmente está ligada a assuntos superiores, programações da alma para o aprendizado. Pode indicar final de assuntos na justiça terrena, também. Quando estamos prontos, passamos de ano, somos aprovados, ganhamos o título de mestre, doutor. É aí que a energia da carta do julgamento se manifesta. Tudo vai clarear, mudar de plataforma, subir na espiral. Morte e renascimento se aproximam. Que bom! As três mestras vão se manifestar. Lembram? Instabilidade, mudança, imprevisibilidade (quem não leu, está no post anterior). Adoro! Acho emocionante saber que virão mudanças. Os clientes perguntam: “É para melhor? Coisa boa?” Sempre respondo: “Mudança sempre é para melhor!” Impossível crescer sem mudar, alterar o ritmo da vida, tirar as coisas do lugar. As cartas das mudanças e transformações assustam... Mas elas são poderosas, cada uma a seu modo. Torre, enforcado, morte, julgamento. Quando a torre aparece, corra para efetuar as transformações, pois alguém pode fazer isso por você. O enforcado vira tudo e mostra novos enfoques. Pare e observe. A morte vai trazer mudanças radicais. Leva embora o que não presta mais, limpa, transmuta. O julgamento é mais generoso, ele respeita o trabalho que foi feito e nos traz as mudanças que nós mesmos programamos. Quando? Em algum momento da existência do espírito. Por isso ela é difícil, fala de algo muito impalpável, de projetos longínquos dos quais sequer nos lembramos... Então, quando ela vibra, busque a aceitação, se entregue. Diga ao seu coração: “É assim que você quer, é assim que eu quis? Vamos em frente!” E desfrute da maravilhosa energia da ininterrupta magia dos ciclos da vida!
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