sábado, 28 de outubro de 2017

Ouvir o coração



Um caminho para a autocura emocional

O mundo vive um momento conturbado neste início de milênio. Vários problemas causados por mudanças drásticas nas instituições desestabilizam o ser humano. A volubilidade do capitalismo e do sistema financeiro nos coloca diante da fragilidade do dinheiro no mundo contemporâneo. As guerras étnicas, religiosas e territoriais na Ásia, África e Europa denunciam situações de confronto ainda não resolvidas. A violência nos grandes centros urbanos revela o choque provocado pelo aumento populacional que gera conflitos entre as pessoas. As soluções encontradas para vivenciar essas crises estão nos medicamentos tranqüilizantes, no álcool, no fumo e, mais dramaticamente, nas drogas pesadas.
                                                                             
Será que existe cura para a humanidade? Como vivenciar esses tumultuados momentos e, ao mesmo tempo, manter a harmonia? Em meio à turbulência, a humanidade procura alternativas para a crise existencial. A matéria já não satisfaz nossos desejos, não preenche nosso vazio e não nos traz felicidade. Cada vez mais pessoas buscam a espiritualidade como um caminho de autocura, pois é ela que nos permite o autoconhecimento emocional. Quando cada indivíduo encontrar a felicidade dentro de si mesmo, atingirá a cura pessoal e estará dando um poderoso passo para a cura do planeta. Mas o barulho em que vivemos, não nos deixa entrar em contato com nosso deus interior. É preciso parar para ouvir a voz do coração, pois é lá que mora a essência divina.

Depois que encontramos um caminho espiritual e começamos a trilhá-lo, ganhamos força para trabalhar e transformar o emocional. A partir desse momento dispomos de vários instrumentos de ajuda. A meditação, as terapias alternativas, a astrologia, o tarô e muitos outros elementos de ativação da intuição e de nosso campo sutil são, sem dúvida, excelentes coadjuvantes do processo de autocura emocional. Mas nenhum deles faz nada sozinho. Não existem métodos mágicos. Não há nada que resolva um desequilíbrio emocional sem que haja consciência e desejo de transformação interior.


Ouvir o coração



Um caminho para a autocura emocional

O mundo vive um momento conturbado neste início de milênio. Vários problemas causados por mudanças drásticas nas instituições desestabilizam o ser humano. A volubilidade do capitalismo e do sistema financeiro nos coloca diante da fragilidade do dinheiro no mundo contemporâneo. As guerras étnicas, religiosas e territoriais na Ásia, África e Europa denunciam situações de confronto ainda não resolvidas. A violência nos grandes centros urbanos revela o choque provocado pelo aumento populacional que gera conflitos entre as pessoas. As soluções encontradas para vivenciar essas crises estão nos medicamentos tranqüilizantes, no álcool, no fumo e, mais dramaticamente, nas drogas pesadas.
Será que existe cura para a humanidade? Como vivenciar esses tumultuados momentos e, ao mesmo tempo, manter a harmonia? Em meio à turbulência, a humanidade procura alternativas para a crise existencial. A matéria já não satisfaz nossos desejos, não preenche nosso vazio e não nos traz felicidade. Cada vez mais pessoas buscam a espiritualidade como um caminho de autocura, pois é ela que nos permite o autoconhecimento emocional. Quando cada indivíduo encontrar a felicidade dentro de si mesmo, atingirá a cura pessoal e estará dando um poderoso passo para a cura do planeta. Mas o barulho em que vivemos, não nos deixa entrar em contato com nosso deus interior. É preciso parar para ouvir a voz do coração, pois é lá que mora a essência divina.
Depois que encontramos um caminho espiritual e começamos a trilhá-lo, ganhamos força para trabalhar e transformar o emocional. A partir desse momento dispomos de vários instrumentos de ajuda. A meditação, as terapias alternativas, a astrologia, o tarô e muitos outros elementos de ativação da intuição e de nosso campo sutil são, sem dúvida, excelentes coadjuvantes do processo de autocura emocional. Mas nenhum deles faz nada sozinho. Não existem métodos mágicos. Não há nada que resolva um desequilíbrio emocional sem que haja consciência e desejo de transformação interior.


Ouvir o coração



Um caminho para a autocura emocional

O mundo vive um momento conturbado neste início de milênio. Vários problemas causados por mudanças drásticas nas instituições desestabilizam o ser humano. A volubilidade do capitalismo e do sistema financeiro nos coloca diante da fragilidade do dinheiro no mundo contemporâneo. As guerras étnicas, religiosas e territoriais na Ásia, África e Europa denunciam situações de confronto ainda não resolvidas. A violência nos grandes centros urbanos revela o choque provocado pelo aumento populacional que gera conflitos entre as pessoas. As soluções encontradas para vivenciar essas crises estão nos medicamentos tranqüilizantes, no álcool, no fumo e, mais dramaticamente, nas drogas pesadas.
Será que existe cura para a humanidade? Como vivenciar esses tumultuados momentos e, ao mesmo tempo, manter a harmonia? Em meio à turbulência, a humanidade procura alternativas para a crise existencial. A matéria já não satisfaz nossos desejos, não preenche nosso vazio e não nos traz felicidade. Cada vez mais pessoas buscam a espiritualidade como um caminho de autocura, pois é ela que nos permite o autoconhecimento emocional. Quando cada indivíduo encontrar a felicidade dentro de si mesmo, atingirá a cura pessoal e estará dando um poderoso passo para a cura do planeta. Mas o barulho em que vivemos, não nos deixa entrar em contato com nosso deus interior. É preciso parar para ouvir a voz do coração, pois é lá que mora a essência divina.
Depois que encontramos um caminho espiritual e começamos a trilhá-lo, ganhamos força para trabalhar e transformar o emocional. A partir desse momento dispomos de vários instrumentos de ajuda. A meditação, as terapias alternativas, a astrologia, o tarô e muitos outros elementos de ativação da intuição e de nosso campo sutil são, sem dúvida, excelentes coadjuvantes do processo de autocura emocional. Mas nenhum deles faz nada sozinho. Não existem métodos mágicos. Não há nada que resolva um desequilíbrio emocional sem que haja consciência e desejo de transformação interior.


Ouvir o coração


Ouvir o coração


Ouvir o coração

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Olhar para o céu




Olhar para o céu 1

Amanhã é o alinhamento de 23 de setembro, muito divulgado na internet. Quem quiser saber mais entre no link http://pensopositivo.com.br/23-de-setembro-de-2017-alinhamento-planetario-fim-da-escuridao/ O fato é que, previsões catastróficas e invasões extraterrestres à parte, trata-se de um evento astronômico concreto do qual a astrologia se apropria para suas confabulações simbólicas. O importante é que o planeta Júpiter entrou no ventre da constelação de Virgem e de lá vai sair, como um nascimento, amanhã. Sendo Virgem feminina e Júpiter o rei do Zodíaco, podemos pensar num evento que nos traz uma nova organização cheia de luz e proteção. Tudo que nosso planeta precisa agora! Portanto, não tem nenhuma correlação com escuridão, colisão de planetas e outras bobagens sendo ditas por aí. Significa sim, mudanças profundas e todas as turbulências que elas nos trazem. Uma derrubada do status quo planetário, não é coisa pequena. Caso nada de mal nos aconteça, e amanhã estejamos todos aqui, minha sugestão é alinhar nossa energia a essa efeméride repleta de estrelas e energias cósmicas e mentalizar paz, harmonia e ascensão para nossas almas. As transformações vêm de dentro para fora. O astral nos dá algumas ajudas e, a que se avizinha é potente.

Olhar para o céu 2

Perdi mais um cachorrinho. Desta vez ele não era só meu. Herdei o bichinho de minha mãe, há dois anos, quando ela também se foi. Éramos amigos de longas datas, pois estive com ele e suas proprietárias – mãe e irmã -, desde o canil de origem. Dalai. Nome de santidade. Mas ele foi logo avisando que de santo não tinha nada. Pintou e bordou com as duas, foi mimado e estragado. Quando veio para Friburgo mostrei  quem era o chefe da matilha e ele entendeu tudo direitinho. Mimos e estragos ficaram para trás e a santidade sobrepujou o delinquente. Chegou velhinho – 13 anos – deu muito trabalho em sua velhice. Ganhou amiguinhos infantis que adorava. Recebeu amor incondicional de minha parte até o fim. Foi meu companheiro, amigo fiel, como só os cães sabem ser. A dor de perder um cão – que já conhecia, pois sempre os tive -, dessa vez foi aumentada pelas memórias que ele me trazia. Era um pedacinho de minha mãe e irmã que eu cuidava, acarinhava e, de certa forma, perpetuava.  Sua ausência me trouxe várias perdas. Um luto que vai demorar até que eu consiga olhar para o céu e encontrar minha nova estrelinha.

Olhar para o céu 3


Há vinte e quatro anos tomei a decisão mais difícil de minha vida. Mudei para Friburgo com meu (ex) marido e três filhos adolescentes, sem ter nada de certo por aqui. Olhei para o céu vi as montanhas e parti. Hoje me sinto Friburguense. Foi uma jornada difícil, mas ultrapassei os obstáculos e venci. Aqui tenho meus filhos, netos e genros. Fiz amigos muito especiais. Iniciei a carreira acadêmica na Universidade Estácio de Sá, sem abandonar o jornalismo que hoje ensino com amor aos meus alunos. Continuei estudando as práticas holísticas e tenho um público fiel que cresce a cada dia. Cuido de minha espiritualidade nesta cidade abençoada por um clima e um visual excepcionais. Digo tudo isso para reafirmar a minha escolha de sair do Rio, no momento em que minha cidade de origem vive o caos da violência e falta de comando – um dos principais motivos que me afastou de lá. Nunca, nunca mesmo, imaginei que o que se iniciava em 93 – matança das crianças da candelária e chacina de vigário geral –, entre outras atrocidades, poderia desaguar no que vi hoje pela televisão. Olhei para o céu, vi novamente as montanhas e me agradeci por decisão tão acertada. Daqui desejo:  boa sorte Rio de Janeiro!